O QUE É EVOLUÇÃO?

Ironicamente, escrevo sobre evolção numa Olivetti Studio 46, é que ontem passou por aqui um cliclone extratopical que destelhou casas, derrubou antenas de telefonia e destruiu quase metade da rede de energia elétrica. Até agora estamos sem eletricidade, o que me faz refletir sobre o que seria a evolução.

Óbvio que o computador é a evolução da máquina de escrever, e o celular “inteligente” é a evolução do computador. A questão é qual seria o verdadeiro grau dessa evolução. Nesse momento para mim, em pleno ano 2020 a máquina de escrever manual é mais evoluída, pois está funcionando. Indo do contexto específico para o geral, as capacidades extras que dependam de fatores externos não definem a evolução do objeto de análise.

Portanto, evolução é aumento de capacidades independentes. A questão da independência é interessante porque nada nem ninguém é totalmente independente, nem mesmo Deus quem nos criou é, se fosse não tería-nos criado. Isso não impede a busca pela perfeição, sendo o tempo infinito nunca será alcançada, a cada aumento de capacidades independentes vamos evoluído rumo à perfeição, é como viver, uma constante experimentação de processos sem fim.

Saindo do contexto geral, passo a esmiuçar sobre a evolução do ser humano. Questão fundamental já que “evolução” é o sentido da vida. Nossa capacidade individual é muito limitada, sozinhos não conseguimos construir foguetes, nem sequer fabricar computadores, dependemos da união de indivíduos para aumentar nossa capacidade. Portanto, em nosso atual estágio evolutivo, quanto maior a quantidade de indivíduos maior será nossa capacidade.

Então surge a questão sobre o limite populacional do planete terra. Inicialmente pensei em fazer uma estimativa de quanto espaço físico uma pessoa precisa para viver bem, levando-se em conta desde o espaço do habitáculo até de toda a cadeia produtiva proporcional de alimentos e utencílios.

Somente se todo o espaço habitável e útil dividido pela quantidade de pessoas no mundo for igual ou inferior ao tamanho mínimo, que o planeta teria atingido sua capacidade máxima.

Posteriormente concluí que ainda estamos muito longe da superlotação, ainda existem muitos espaços habitáveis e úteis inexplorados. Atualmente algumas pessoas morrem de fome apenas por questões políticas, sociais ou psicológicas. Além disso, com a evolução da tecnologia, cada vez mais o espaço mínimo necessário à vida boa vai dimunuindo.

Então o controle da natalidade é um retardo no processo evolutivo, até porque quando realmente atingirmos a superlotação haverão tantas mentes brilhantes quanto necessário para exploração de outros planetas, rumo ao infinito. Isso é evoluir, para o ser humano, até se tornar outra coisa.

Em outras palavras: para o ser humano evoluir é aumentar sua capacidade individual e se reproduzir, máxima do comando bíblico “crescei e multiplicai-vos”.

E qual seria a melhor forma de nos reproduzirmos? pelo método tradicional homem/mulher ou pelo método de clonagem conjunta em laboratório? A resposta está dentro de nós. Somente quem não foi criado por um casal tradicional, recebendo o amor da mãe e a disciplina do pai sabe a falta que faz, sem dúvida experimentou o sofrimento. Não devemos desejar para os outros aquilo que não queremos para nós.

Nesse diapasão cabe um parênteses quanto ao sofrimento ser apenas um alerta que soa quando estamos no caminho errado da evolução. A evolução não vem do sofrimento e sim do caminho certo, podemos evoluir sem sofrer. Já a felicidade é a recompensa pelo direcionamento correto perante o processo evolutivo.

Finalmente, tudo aquilo que impede direta ou indiretamente a reprodução humana é um retardo no processo evolutivo: o controle da natalidade, o homosexualismo, os poluentes que reduzem a fertilidade e até mesmo o medo de “contrair” descendentes.

Ainda, quanto ao homosexualismo, importante mencionar que um homem nunca será uma mulher e vice-versa por mais que se tente apenas um pode simular o outro e nada mais. Temos algumas liberdades, como o livre arbítrio por exemplo, e transcender a natureza não é uma delas. Não adianta querer ser o que não somos, por mais que alguém queira ser uma girafa ela nunca será e ponto final.


REMÉDIO CONTRA BURRICE (Burrabics Vacinacius – 22mg)

Medicamento avançado, isento de teste em animais, indicado contra o tratamento da burrie, doença altamente contagiosa, propagada através da comunicação, também há relatos de pacientes que desenvolveram a doença espontaneamente através da ignorância. O avançado método de tratamento do presente medicamento, consiste na leitura atenta da presente bula.

Os medicamentos convencionais tem seu efeito através da absosrvição de substâncias pelo organismo do paciente, que ignora a bula. Já o princípio ativo de Burrabics Vacinacius é inverso, consiste na absorvição das instruções contidas na bula pelo paciente, iguinorando as substâncias.

Posologia: ler a bula inteira ou até onde aguentar, nesse caso deixar o medicamento na mesa de cabeceira e retornar a leitura assim que possível ou sempre quando for necessário das mais umas risadas. Para evitar novas contaminações, o paciente deve forneçer este medicamento à todos com quem se comunica. Recomenda-se ao paciênte a paciência……

ação desejada: indivíduo mais feliz e menos burro

indicado para tratamento de: wifidependentes e findomundofobistas

sintomas da burrice abrangidos por Burrabics Vacinacius – (22mg):

Aquecimento global – necessidade psicológica de sentir medo e culpa – apocalipsitopatia – questão religiosa de fundo – na terra, planeta água, a água é um recurso limitado porque se ferver a agua do mar o vapor que sai não é potável kkkkk complexo de fim do mundo: fimdomundofobia

Morar no exterior – complexo de vira-lata – americanização da língua – deslumbramento por coisas, lugares e pessoas vistas em filmes americanos – mídia criada com patrocínio governamental para essa finalidade – pessoas dançando conforme o barulho, sem intender o significado de nada – falar com sotaque de quem lhe despreza é chique.

Dissonância cognitiva – vícios de linguagem quanto a um pensamento contraditório. Virou comum dizer algo para logo em seguida contradizer. O emprego da palavra “mas” virou moda, se ela tivesse carteira assinada receberia muito dinheiro porque não tira férias; e está em todos os lugares: desde a fundamentação de uma sentença ou acórdão ate na boca de renomados jornalistas iniciando frases com “mas”, como se já quisessem contrariar algo que nem foi dito. Esse vício de linguagem causa dissonância cognitiva e portantanto estresse, deve ser evitada.

Oligopatia – é o nome da medicina moderna – anestesicus sintomaticus – não visa curar ou evitar a doença, apenas tratar sintomas – seja paciente e cliente – oligo (olhar) patia (doença) pô se você quer olhar pra doença em vez de preveni-la? medicina alternativa é ridícula porque visa prevenir a doença, gerando menos lucro – As doenças incuráveis são aquelas que nem o organismo nem a oligopatia resolve. As doenças curáveis são aquelas que o organismo resolve enquanto a oligopatia minimiza os sintoma$ com seu bolso. Quem cura a doença é o próprio organismo, ora se as minhas células são mais fodas que os oligopatas pra que eu preciso deles – o certo é pagar um plano de saúde caro e rezar para eles cumprirem o contrato a tempo porque outro procedimento de cura da oligopatia é a cirurgia, mas ao preço de um apartamento – A respeitabilidade do médico é tamanha a lhe conferir o grau de Doutor, diferente do advogado cada vez mais desacreditado – quem é o mais hipócrita: o que cobra para brigar ou o que cobra para “tentar” salvar uma vida?

Vício no smartphone – função não perturbe ja vem ativada de fábrica no dumpphone, mas com smartphone é possível trabalhar e pagar contas (aliás, nessa ordem. Escravismo), com smartphone também é possível se localizar globalmente pelo GPS, tirar fotos, ouvir música e até se comunicar. Antigamente todas essas tarefas eram impossíveis… Infelizmente o smartphone possui limitações de bateria, sinal da operadora e ainda limitaçoes físicas, ja que dificilmente o paciente conseguirá se localizar, fotografar, ouvir música e se comunicar ao mesmo tempo no mesmo aparelho.

Ao atingir os limites do smartphone o paciente fica impaciente, gerando grandes cargas de estresse nas situações onde sua música é interrompida quando recebe uma ligação ou quando pretende gravar um vídeo, a situação se agrava quando o GPS e a música são interrompidos por uma ligação no exato momento de fazer uma curva ou manobra crítica de seu veículo, gerando além do estresse a desorientação.

Como o cérebro humano não é multitarefa, para previnir tais enfermidades, ao utilizar o GPS, Player ou Câmera o paciente deve desativar a função de comunicaçao ficando assim incominicavel no período. O presente medicamento também pode ser utilizado por todas as medicinas alternativas, em especial as mais naturalistas, como a fitoterapia por exemplo. Nesse caso a orientação ao paciente é no sentido possuir um aparelho específico para comunicação, deixando à cargo do paciente se irá ou não destinar recurso de atençao de seu cerebro unitarefal enquanto se orienta, fotografa, filma, grava, ouve música ou assiste vídeo.

Neste caso o aparelho mais indicado no tratamento é um dumpphone, ja que o cérelbro humano também não é multi-tarefa (no quesito atenção).

O método de tratamento alternativo se mostra muito mais eficas quando o paciente inclui no tratamento o seguinte:

um aparelho de GPS sério, atualizado, que funcione independente de conexão, com bateria de longa duração e carregamento rápido, com mapa global para fazer jus ao “G” da sigla GPS. Caso o paciente opte por se orientar além dos limites do ambiente seco, escuro e ermeticamente fechado presente apenas no receptáculo de seu veículo de quatro rodas de modilidade limitada, como é o caso dos motociclistas, pedestres, seres andantes e mais integrados à natureza, recomenda-se ainda procurar por um aparelho aprova d´agua e com tela anti reflexo solar para evitar o estresse.

Como até o presente momento a super-ultra-tecnologia-mega-deslumbrante-plus-power ainda não desenvolveu tal aparelho a orinetação dada ao paciente é aprender a se guiar sozinho. Em testes clínicos em seres humanos (não em animais) se constatou a presença de uma maior satisfação de vida nas cobaias que observam o mundo e se guiam com seus próprios olhos, constatando ainda a inibição dos casos de Tela de LCDepndência,

no tratamento ainda se verificou que as cobaias que paravam para perguntar o caminho desenvolveram menos problemas de comunicação, adquirindo o hábito de conversar mais com indivíduos da mesma espécie.

Em outros testes clínicos também se verificou em algumas cobaias a presença de muita satisfação em saber se orientar conforme a posição dos astros.

Esta é uma amostra grátis, para receber o medicamento completo entre em contato com o laboratório.