DIVÓRCIO SEM “JUSTA CAUSA” COMO ESCRAVIDÃO DO BRASILEIRO

Numa legislação que permite o divórcio sem motivo, mas aplica altas multas para a rescisão do contrato de trabalho sem justa causa somente pode objetivar uma liberdade falsa.

No contrato de trabalho onde dever-se-ia exigir dinamismo, resultado e eficiência, impera a estabilidade matriarcal. Já no contrato matrimonial onde deveria haver amor, as leis patrocinam a liberdade individual em detrimento da família tradicional; tão importante para sustentar uma sociedade realmente livre, que não dependa de esmola estatal nem pensão.

O que mais importa: a família ou o trabalho? essa contradição legislativa desnuda a falácia dos valores liberais para extinção da família e manutenção do trabalho.

Ora, se o que norteia toda a legislação brasileira é a liberdade individual sob o contrato de casamento, por que essa liberdade também não se aplica ao contrato de trabalho?

As leis brasileiras engessaram a economia, que deveria ser livre e desestruturaram a família, que deveria ser sagrada, não ao contrário. Latente inversão de valores.

A família é a base de qualquer sociedade desenvolvida, incluisive o alicerce do próprio trabalho.

Pela lógica, todo esse paradigma falso de liberalização para rescisão do contrato matrimonial sem justa causa também deveria ser verdadeiro para o contrato de trabalho – que menos importante.

Assim não é porque a legislação brasileira não esta buscando outro fim senão a degradação da sociedade e sua economia.

Princípio básico que deve impulsionar a criação de uma lei é a tipificação dos valores de uma sociedade. A lei jamais pode pretender mudar os valores, sob pena de uma minoria prevalecer perante a maioria – tiro de morte na democracia. As leis brasileiras, neste ponto beiram o imperialismo em vez da liberdade, em pleno ano de 2020.

Após 43 anos de liberalização do divórcio sem justa causa, ocorrida no ano de 1977, dados do próprio IBGE demonstram que houve queda de poder aquisitivo nas famílias e aumento na arrecadação de impostos.

Famílias divorciadas trabalham mais e recebem menos.

Com a entrada das mulheres no mercado de trabalho foi natural o aumento de arrecadação que inflou o tamanho do Estado, assumindo papel patriarcal antes exercidos pelos maridos e pais. Houve a terceirização dos entes familiares para o Estado.

A mulher insatisfeita com a pseudo submissão ao marido, hoje se vê submissa ao patrão e ao governo. Em verdade, a sociedade brasileira experimenta uma situação de poligamia sequencial legalizada com o divórcio sem justa causa.

Após 77 anos da Consolidação das Leis do Trabalho – CLT, ocorrina no ano de 1943, nossa economia estagnou, nos tornamos meros exportadores de matéria prima e importadores de produtos manufaturados. Até a década de quarenta existiam empresas que estavam começando a nos tornar independentes de tecnologia extrangeira, e hoje somos uma mera colônia econômica e cultural de todas as nações que seguiram o caminho inverso: de valorizar a família e liberar a economia.

Como a proposta do presente textículo é a busca pela verdadeira liberdade ao Povo Brasileiro, devemos entender o que é a liberdade ontologicamente: Liberdade é independência. Já a independência é a capacidade de “existir sem”. Interessante que a independência também é requisito da evolução e que evolução é o sentido da vida.

Podemos exercer a liberdade sem ter e também podemos ter a liberdade sem exercer. Quando exercemos uma liberdade sem ter, deixamos de existir. Por exemplo: não temos a capacidade de viver sem comer, então não somos livres para escolher se comemos ou deixamos de comer. Mesmo assim, podemos exercer essa “liberdade” que não temos (subversão) e escolher deixar de comer, quando então morreremos, deixando de existir no mundo material.

Ora, quem poderia justificar como correto a própria exitinção material estando morto? ninguem, morto não fala.

Da mesma forma com a questão dos gêneros: jamais poderiamos existir sem a reprodução entre homens e mulheres, pois a Medicina Moderna jamais irá conseguir produzir bebês de chocadeira, por mais que queiramos esse absurdo.

A Medicina Moderna sequer consegue curar todas as enfermidades que acomentem o ser humano. O conhecimento acerca dos segredos da criação de um novo ser humano somente irá surgir quando a humanidade tiver evoluido o suficiente.

Portanto, se não temos a capacidade de existir sem o antagonismo dos gêneros e se a Medicina Moderna sequer é capaz de converter os gêneros plenamente, não temos liberdade de escolha nesse assunto.

Mesmo assim, podemos subverter essa “liberdade” falsa e deixar de existir, a escolha é de cada um.

Individualmente, a pessoa que se submete à cirurgia de “mudança de sexo”, deixa de ser pleno em seu gênero natural e jamais alcança a plenitude do gênero pretendido.

Coletivamente, se toda a humanidade cometer tamanha subversão, obviamente deixará de existir.

Logo, assim como não somos livres para deixar de comer, também não temos liberdade para escolha de gênero, é puro suicido existencial.

No mundo material não temos liberdade para mudar de forma sem deixar de existir, por mais que queiramos ser um cachorro, por exemplo, apenas podemos andar de quatro e latir, perdendo nossa humanidade, sem contudo ser um cachorro de verdade.

Se não temos liberdade para mudar de forma, devemos respeitar as normas da natureza para evoluir até quando finalmente possamos criar uma natureza nova se for preciso.

Interessante comentar que o mesmo discurso de proteção ambiental não se aplica à proteção dos gêneros dos animais, em especial, de nós mesmos, seres humanos mamíferos…

Segundo as normas da natureza, além de mamar, precisamos de pai e mãe juntos colaborando para nosso desenvolvimento e evolução, processo que só acaba com a morte.

Sempre precisaremos de nossos pais juntos colaborando para nossa evolução, como também, precisamos criar nossos filhos para justificativa básica de nossa existência. Isso é uma referência circular que se auto confirma, ou seja, verdade absoluta.

Como vemos, a família é tão importante quanto a comida.

Abaixo dessa categoria de valores da família que deveria estar o trabalho e não acima, afinal, podemos comer sem trabalhar (nem que seja capim), mas não podemos trabalhar sem comer. Tão pouco podemos progredir no trabalho sem o alicerce da família.

Afinal, não nascemos trabalhando e sim comendo no seio da família, cuja função é nos preparar para o trabalho, esse é o ciclo natural da vida.

Insisto na importância da família para o desenvolvimento da sociedade, tanto o núcleo consanguíneo quanto o núcleo conjugal, em especial este que vem sendo alvo de constantes ataques pelo mal.

Quando escolhemos um cônjuge para casar e estar presente durante toda a vida celebramos um contrato. Isso é assim porque precisamos de companhia, algo natural. O individualismo artificial está fadado ao fracasso no processo de seleção natural divina.

Quando uma minoria de pessoas promulgam leis que vão contra às necessidades naturais da maioria das pessoas é que o Estado começa a pôr a mão no seio da sua família, isso é verdadeira perda da liberdade. Quanto mais degradada for a sociedade mais fácil é a escravidão. Temos que perceber isso!

Interessante também, que embora as leis brasileiras permitam a extinção do contrato matrimonial sem culpa, um contrato bancário jamais pode ser extinto, mesmo sendo os juros brasileiros os mais altos do mundo. Aqui impera o princípio pacta sunt servanda, no matrimônio não…

Devemos perceber que exitem leis cuja finalidade é nosso enfraquecimento e escravidão. Ao despertarmos desse transe reflexivo que assola nossa sociedade, logo as leis ruins serão alteradas para reintroduzir o Brasil no eixo da evolução.

Enquanto isso, devemos respeitar a família, evitar negociar com bancos e perceber que é impossível mudar de gênero!

Por dificuldades e tentações todos passamos, isso é uma provação; destruir o instituto da família conjugal e perverter à homossessualidade jamais irá saciar a lascívia. Somos mais do que um impulso sexual e cada um deve encontrar um sentido produtivo para sua vida para neutralizar as obseções demoníacas.

Toda essa liberalização transviada e inversão de valores, em verdade, acaba acelerando o processo de seleção natural divina, porque que sucumbe ao mal acaba deixando de existir mais rápido.

Independente das leis, apenas o conhecimento e a reflexão nos liberta e cada um de nós pode ser o dirigente de sua vida, entendendo o que é certo e o que é errado.

Para não dar margem à interpretações equivocadas, esclareço que o divórcio sem justa causa é errado e que o divórcio com justa causa é certo.

Justa causa é o risco de integridade física a qualquer dos cônjuges em qualquer situação e o adultério em caso de não haver filhos menores. Havendo filhos menores deve-se corrigir a conduta do cônjuge adultero com tratamento mental e espiritual.

Somos Homens das Cavernas da Era Digital

Todo nosso aparato mais avançado ainda depende da sombra para funcionar.

Mesmo as telas de LCD, LED e afins mais avançadas não são capazes de conviver com a luz do Sol, obrigando-nos a nos entocar como meros Neandertais.

A retroiluminação simples de nossas telas é uma tecnologia muito arcaica. Quando as telas forem capazes de refletir a luz além de apenas retroiluminar daí sairemos das sombras de nossas cavernas digitais.

O QUE É EVOLUÇÃO?

Ironicamente, escrevo sobre evolção numa Olivetti Studio 46, é que ontem passou por aqui um cliclone extratopical que destelhou casas, derrubou antenas de telefonia e destruiu quase metade da rede de energia elétrica. Até agora estamos sem eletricidade, o que me faz refletir sobre o que seria a evolução.

Óbvio que o computador é a evolução da máquina de escrever, e o celular “inteligente” é a evolução do computador. A questão é qual seria o verdadeiro grau dessa evolução. Nesse momento para mim, em pleno ano 2020 a máquina de escrever manual é mais evoluída, pois está funcionando. Indo do contexto específico para o geral, as capacidades extras que dependam de fatores externos não definem a evolução do objeto de análise.

Portanto, evolução é aumento de capacidades independentes. A questão da independência é interessante porque nada nem ninguém é totalmente independente, nem mesmo Deus quem nos criou é, se fosse não tería-nos criado. Isso não impede a busca pela perfeição, sendo o tempo infinito nunca será alcançada, a cada aumento de capacidades independentes vamos evoluído rumo à perfeição, é como viver, uma constante experimentação de processos sem fim.

Saindo do contexto geral, passo a esmiuçar sobre a evolução do ser humano. Questão fundamental já que “evolução” é o sentido da vida. Nossa capacidade individual é muito limitada, sozinhos não conseguimos construir foguetes, nem sequer fabricar computadores, dependemos da união de indivíduos para aumentar nossa capacidade. Portanto, em nosso atual estágio evolutivo, quanto maior a quantidade de indivíduos maior será nossa capacidade.

Então surge a questão sobre o limite populacional do planete terra. Inicialmente pensei em fazer uma estimativa de quanto espaço físico uma pessoa precisa para viver bem, levando-se em conta desde o espaço do habitáculo até de toda a cadeia produtiva proporcional de alimentos e utencílios.

Somente se todo o espaço habitável e útil dividido pela quantidade de pessoas no mundo for igual ou inferior ao tamanho mínimo, que o planeta teria atingido sua capacidade máxima.

Posteriormente concluí que ainda estamos muito longe da superlotação, ainda existem muitos espaços habitáveis e úteis inexplorados. Atualmente algumas pessoas morrem de fome apenas por questões políticas, sociais ou psicológicas. Além disso, com a evolução da tecnologia, cada vez mais o espaço mínimo necessário à vida boa vai dimunuindo.

Então o controle da natalidade é um retardo no processo evolutivo, até porque quando realmente atingirmos a superlotação haverão tantas mentes brilhantes quanto necessário para exploração de outros planetas, rumo ao infinito. Isso é evoluir, para o ser humano, até se tornar outra coisa.

Em outras palavras: para o ser humano evoluir é aumentar sua capacidade individual e se reproduzir, máxima do comando bíblico “crescei e multiplicai-vos”.

E qual seria a melhor forma de nos reproduzirmos? pelo método tradicional homem/mulher ou pelo método de clonagem conjunta em laboratório? A resposta está dentro de nós. Somente quem não foi criado por um casal tradicional, recebendo o amor da mãe e a disciplina do pai sabe a falta que faz, sem dúvida experimentou o sofrimento. Não devemos desejar para os outros aquilo que não queremos para nós.

Nesse diapasão cabe um parênteses quanto ao sofrimento ser apenas um alerta que soa quando estamos no caminho errado da evolução. A evolução não vem do sofrimento e sim do caminho certo, podemos evoluir sem sofrer. Já a felicidade é a recompensa pelo direcionamento correto perante o processo evolutivo.

Finalmente, tudo aquilo que impede direta ou indiretamente a reprodução humana é um retardo no processo evolutivo: o controle da natalidade, o homosexualismo, os poluentes que reduzem a fertilidade e até mesmo o medo de “contrair” descendentes.

Ainda, quanto ao homosexualismo, importante mencionar que um homem nunca será uma mulher e vice-versa por mais que se tente apenas um pode simular o outro e nada mais. Temos algumas liberdades, como o livre arbítrio por exemplo, e transcender a natureza não é uma delas. Não adianta querer ser o que não somos, por mais que alguém queira ser uma girafa ela nunca será e ponto final.


IDIOTICE É AUTODEFESA DA INVEJA

Sendo o patriota aquele que venera a pátria, o idiota é aquele que venera à si mesmo. O “Id” é a parte mais interna da personalidade segundo S. FREUD, idolatrar a sí mesmo é se interiorizar, se fechar para as demais pessoas.

Esse método de auto-defesa é de origem infantil. Por exemplo: uma modelo tem grandes chances de ser idiota porque desde sua infância preenchia os padrões de beleza, experimentando desde cedo o amargor da inveja alheia, sem possuir ainda uma construção mental mais avançada de auto-defesa.

Já um grande empresário de origem pobre, embora também sofra muito com a inveja alheia, inclusive de pessoas próximas, dificilmente é um idiota, pois sua infância foi pobre, sendo ele o sujeito ativo da inveja contra os outros.

A idiotice é um comportamento de auto-defesa contra o exterior hostil. Assume o controle quando não sabemos lidar com as dificuldades externas, preferimos nos fechar em vez de enfrentar, recorrer a interiorização, paralização.

A evolução da humanidade depende do coletivo, devemos entender isso e parar de temer as dificuldades externas. Já fomos muito muito piores do que hoje e temos que continuar melhorando.

Portanto, existem quatro tipos de pessoas quanto a este ponto:

  1. Os idiotas, que foram alvo de inveja na infância;
  2. Os invejadores, que tiveram uma infância ruim;
  3. Os híbridos
  4. E os evoluídos que tiveram uma infância difícil mas não invejam ninguém ou que foram invejados na infância e não são idiotas.

Qual desses você quer ser?

MANIPULANDO EMOÇÕES

Utilizar-se de métodos que induzem a tristeza, como músicas tristes, filmes dramáticos que nos fazem chorar é muito bom, pois cessado o estímulo negativo, além de ter liberado cortizol pelas lágrimas a felicidade ou alegria aparece rependinamente para reequilibrar a equação. Por isso as mulheres gostam de drama que às fazem chorar, para logo em seguida receber alegria em dobro.

Talvez isso seja uma boa técnica de tratamento contra o vício do álcool nos homens que so conseguem alegria ingerindo a substância.

PROJETO CERTIMÍDIA

A humanidade entrou na nova era, com isso os meios de comunicação ficaram mais livres, descentralizados e dinâmicos. O fenômeno da mídia digital é notável à evolução, são as pessoas que impulsionam todas as plataformas como Youtube e afins. Independente da motivação destas o importante é que estamos caminhado no rumo certo: da informação livre.

Com o fito de acelerar esse processo, urge a criação de sistemas premiação para os que produzem mídias de qualidade, é nesse contexo que surge o Projeto Certimídia, sem fins lucrativos e independente.

Melhor do que criticar a mídias de má qualidade é premiar as de boa qualidade.

Consiste num sistema que visa qualificar tantas mídias quantas forem possíveis para alinhar a curva evolucional cada vez mais alto.

Partindo-se do princípio que todas as mídias possuem boa motivação e qualidade, ao analisar cada uma em específico, sua pontuação máxima vai sendo descontada de cada ponto negativo encontrado, se não houver pontos negativos a mídia permanece com sua pontuação máxima (12) e recebe a mais alta premiação.

Considera-se como pontos negativos:

  • Conteúdo de ódio: o amor é fundamental à evolução, a mídia que propagar qualquer conteúdo de violência, racismo, misandria e misogenia a mídia é automaticamente desqualificada sem exceções;
  • Fomento de vício: propaganda direta ou indireta de cerveja, cigarro, etc. apologia às drogas e afins, a mídia é automaticamente desqualificada sem exceções;
  • Informação errada: para os assuntos objetivos de fácil constação do erro, a mídia é automaticamente desqualificada, exceto se o erro for insignificante, nesse caso perde 01 ponto. Para os assuntos subjetivos, recebe o benefício da dúvida, exceto se contrariar os demais pontos;
  • Monopólio da informação: cobrar acesso de parte de informação de utilidade pública perde 03 pontos, frise-se, não aplicável para conteúdos de mero lazer;
  • Complexo de vira-lata: existe uma campanha mundial patrocinada pelo mal de dominação de culturas, os que mesmo de forma inocente tenham sucumbido à prática de americanização desnecessária da língua ou afins e inferiorização de culturas perde 02 pontos para cada evento constatado;
  • Defeitos técnicos: assim considerados como vídeo tremido, áudio ruim, má dicção ou fluência verbal (exceto em casos de deficiência), conflito cognitivo, enrrolação (10%), ausência de didática ou engajamento lúdico e mendicância virtual, sendo descontado 01 ponto para cada evento;
  • Ausência de inovação: embora não seja um defeito, o objetivo do Projeto Certimídia é fomentar o máximo de qualidade possível e somente as mídias inovadoras poderão receber a pontuação máxima.

Importante mencionar que o que se avalia é a mídia em si, e não a pessoa ou história da mesma. Havendo a participação de mais de um indivídio na mesma mídia a avaliação será individual.

O que é a virtude?

“O tamanho da virtude é proporcional à superação das fraquezas.”
(Davi Pinheiro)

Releitura de Iracema – filme de Jorge Bodanzky e Orlando Senna

Gravado nos confins amazônicos do Brasil de 1974, retrato fidedígno da realidade pré-apocalíptica duma sociedade quase anárquica, revela nossas origens tão recentes e toscas.

Somos todos toscos máxima do Poema do Cú, difícil é acreditar que em tão pouco tempo: de 1974 para cá tenhamos mudado muito daquela realidade tão bem retratada pela obra quase jornalística de Jorge Bodanzky e Orlando Senna.

Nosso “eu” é o ator principal, claro, embedido de muita certeza de sí, desprovido de compaixão e empatia. O ator Paulo César Pereio que representa Tião também representa nos dias de hoje todos aqueles que se dão o trabalho de interegir nas redes sociais apenas para criticar, humilhar ou odiar. Tião é o alter ego do brasileiro, cuja representação também se fez pelo personagem Tonho da performance Amor de Puta de Davi Pinheiro.

Já a atriz Edna de Cássia de apenas 15 anos de idade na época da gravação de seu brilhante papel como Iracema, hoje representa todas as mulheres sem propósito na vida a não ser beleza e dinheiro, que ao final sempre terminam feias, banquelas e fudidas.

Importante devagar que nossas origens toscas são nossas, e isso nunca irá mudar, devemos aceitar os fatos e mirar no futuro em vez de nutrir pensamentos apátridarísticos, pois neste caso apenas confirmamos nossa essência tosca. Não há para onde ir, não tem como fugir de nosso pasado, não nos resta alternativa senão evoluir.