DIVÓRCIO SEM “JUSTA CAUSA” COMO ESCRAVIDÃO DO BRASILEIRO

Numa legislação que permite o divórcio sem motivo, mas aplica altas multas para a rescisão do contrato de trabalho sem justa causa somente pode objetivar uma liberdade falsa.

No contrato de trabalho onde dever-se-ia exigir dinamismo, resultado e eficiência, impera a estabilidade matriarcal. Já no contrato matrimonial onde deveria haver amor, as leis patrocinam a liberdade individual em detrimento da família tradicional; tão importante para sustentar uma sociedade realmente livre, que não dependa de esmola estatal nem pensão.

O que mais importa: a família ou o trabalho? essa contradição legislativa desnuda a falácia dos valores liberais para extinção da família e manutenção do trabalho.

Ora, se o que norteia toda a legislação brasileira é a liberdade individual sob o contrato de casamento, por que essa liberdade também não se aplica ao contrato de trabalho?

As leis brasileiras engessaram a economia, que deveria ser livre e desestruturaram a família, que deveria ser sagrada, não ao contrário. Latente inversão de valores.

A família é a base de qualquer sociedade desenvolvida, incluisive o alicerce do próprio trabalho.

Pela lógica, todo esse paradigma falso de liberalização para rescisão do contrato matrimonial sem justa causa também deveria ser verdadeiro para o contrato de trabalho – que menos importante.

Assim não é porque a legislação brasileira não esta buscando outro fim senão a degradação da sociedade e sua economia.

Princípio básico que deve impulsionar a criação de uma lei é a tipificação dos valores de uma sociedade. A lei jamais pode pretender mudar os valores, sob pena de uma minoria prevalecer perante a maioria – tiro de morte na democracia. As leis brasileiras, neste ponto beiram o imperialismo em vez da liberdade, em pleno ano de 2020.

Após 43 anos de liberalização do divórcio sem justa causa, ocorrida no ano de 1977, dados do próprio IBGE demonstram que houve queda de poder aquisitivo nas famílias e aumento na arrecadação de impostos.

Famílias divorciadas trabalham mais e recebem menos.

Com a entrada das mulheres no mercado de trabalho foi natural o aumento de arrecadação que inflou o tamanho do Estado, assumindo papel patriarcal antes exercidos pelos maridos e pais. Houve a terceirização dos entes familiares para o Estado.

A mulher insatisfeita com a pseudo submissão ao marido, hoje se vê submissa ao patrão e ao governo. Em verdade, a sociedade brasileira experimenta uma situação de poligamia sequencial legalizada com o divórcio sem justa causa.

Após 77 anos da Consolidação das Leis do Trabalho – CLT, ocorrina no ano de 1943, nossa economia estagnou, nos tornamos meros exportadores de matéria prima e importadores de produtos manufaturados. Até a década de quarenta existiam empresas que estavam começando a nos tornar independentes de tecnologia extrangeira, e hoje somos uma mera colônia econômica e cultural de todas as nações que seguiram o caminho inverso: de valorizar a família e liberar a economia.

Como a proposta do presente textículo é a busca pela verdadeira liberdade ao Povo Brasileiro, devemos entender o que é a liberdade ontologicamente: Liberdade é independência. Já a independência é a capacidade de “existir sem”. Interessante que a independência também é requisito da evolução e que evolução é o sentido da vida.

Podemos exercer a liberdade sem ter e também podemos ter a liberdade sem exercer. Quando exercemos uma liberdade sem ter, deixamos de existir. Por exemplo: não temos a capacidade de viver sem comer, então não somos livres para escolher se comemos ou deixamos de comer. Mesmo assim, podemos exercer essa “liberdade” que não temos (subversão) e escolher deixar de comer, quando então morreremos, deixando de existir no mundo material.

Ora, quem poderia justificar como correto a própria exitinção material estando morto? ninguem, morto não fala.

Da mesma forma com a questão dos gêneros: jamais poderiamos existir sem a reprodução entre homens e mulheres, pois a Medicina Moderna jamais irá conseguir produzir bebês de chocadeira, por mais que queiramos esse absurdo.

A Medicina Moderna sequer consegue curar todas as enfermidades que acomentem o ser humano. O conhecimento acerca dos segredos da criação de um novo ser humano somente irá surgir quando a humanidade tiver evoluido o suficiente.

Portanto, se não temos a capacidade de existir sem o antagonismo dos gêneros e se a Medicina Moderna sequer é capaz de converter os gêneros plenamente, não temos liberdade de escolha nesse assunto.

Mesmo assim, podemos subverter essa “liberdade” falsa e deixar de existir, a escolha é de cada um.

Individualmente, a pessoa que se submete à cirurgia de “mudança de sexo”, deixa de ser pleno em seu gênero natural e jamais alcança a plenitude do gênero pretendido.

Coletivamente, se toda a humanidade cometer tamanha subversão, obviamente deixará de existir.

Logo, assim como não somos livres para deixar de comer, também não temos liberdade para escolha de gênero, é puro suicido existencial.

No mundo material não temos liberdade para mudar de forma sem deixar de existir, por mais que queiramos ser um cachorro, por exemplo, apenas podemos andar de quatro e latir, perdendo nossa humanidade, sem contudo ser um cachorro de verdade.

Se não temos liberdade para mudar de forma, devemos respeitar as normas da natureza para evoluir até quando finalmente possamos criar uma natureza nova se for preciso.

Interessante comentar que o mesmo discurso de proteção ambiental não se aplica à proteção dos gêneros dos animais, em especial, de nós mesmos, seres humanos mamíferos…

Segundo as normas da natureza, além de mamar, precisamos de pai e mãe juntos colaborando para nosso desenvolvimento e evolução, processo que só acaba com a morte.

Sempre precisaremos de nossos pais juntos colaborando para nossa evolução, como também, precisamos criar nossos filhos para justificativa básica de nossa existência. Isso é uma referência circular que se auto confirma, ou seja, verdade absoluta.

Como vemos, a família é tão importante quanto a comida.

Abaixo dessa categoria de valores da família que deveria estar o trabalho e não acima, afinal, podemos comer sem trabalhar (nem que seja capim), mas não podemos trabalhar sem comer. Tão pouco podemos progredir no trabalho sem o alicerce da família.

Afinal, não nascemos trabalhando e sim comendo no seio da família, cuja função é nos preparar para o trabalho, esse é o ciclo natural da vida.

Insisto na importância da família para o desenvolvimento da sociedade, tanto o núcleo consanguíneo quanto o núcleo conjugal, em especial este que vem sendo alvo de constantes ataques pelo mal.

Quando escolhemos um cônjuge para casar e estar presente durante toda a vida celebramos um contrato. Isso é assim porque precisamos de companhia, algo natural. O individualismo artificial está fadado ao fracasso no processo de seleção natural divina.

Quando uma minoria de pessoas promulgam leis que vão contra às necessidades naturais da maioria das pessoas é que o Estado começa a pôr a mão no seio da sua família, isso é verdadeira perda da liberdade. Quanto mais degradada for a sociedade mais fácil é a escravidão. Temos que perceber isso!

Interessante também, que embora as leis brasileiras permitam a extinção do contrato matrimonial sem culpa, um contrato bancário jamais pode ser extinto, mesmo sendo os juros brasileiros os mais altos do mundo. Aqui impera o princípio pacta sunt servanda, no matrimônio não…

Devemos perceber que exitem leis cuja finalidade é nosso enfraquecimento e escravidão. Ao despertarmos desse transe reflexivo que assola nossa sociedade, logo as leis ruins serão alteradas para reintroduzir o Brasil no eixo da evolução.

Enquanto isso, devemos respeitar a família, evitar negociar com bancos e perceber que é impossível mudar de gênero!

Por dificuldades e tentações todos passamos, isso é uma provação; destruir o instituto da família conjugal e perverter à homossessualidade jamais irá saciar a lascívia. Somos mais do que um impulso sexual e cada um deve encontrar um sentido produtivo para sua vida para neutralizar as obseções demoníacas.

Toda essa liberalização transviada e inversão de valores, em verdade, acaba acelerando o processo de seleção natural divina, porque que sucumbe ao mal acaba deixando de existir mais rápido.

Independente das leis, apenas o conhecimento e a reflexão nos liberta e cada um de nós pode ser o dirigente de sua vida, entendendo o que é certo e o que é errado.

Para não dar margem à interpretações equivocadas, esclareço que o divórcio sem justa causa é errado e que o divórcio com justa causa é certo.

Justa causa é o risco de integridade física a qualquer dos cônjuges em qualquer situação e o adultério em caso de não haver filhos menores. Havendo filhos menores deve-se corrigir a conduta do cônjuge adultero com tratamento mental e espiritual.

Somos Homens das Cavernas da Era Digital

Todo nosso aparato mais avançado ainda depende da sombra para funcionar.

Mesmo as telas de LCD, LED e afins mais avançadas não são capazes de conviver com a luz do Sol, obrigando-nos a nos entocar como meros Neandertais.

A retroiluminação simples de nossas telas é uma tecnologia muito arcaica. Quando as telas forem capazes de refletir a luz além de apenas retroiluminar daí sairemos das sombras de nossas cavernas digitais.

O QUE É EVOLUÇÃO?

Ironicamente, escrevo sobre evolção numa Olivetti Studio 46, é que ontem passou por aqui um cliclone extratopical que destelhou casas, derrubou antenas de telefonia e destruiu quase metade da rede de energia elétrica. Até agora estamos sem eletricidade, o que me faz refletir sobre o que seria a evolução.

Óbvio que o computador é a evolução da máquina de escrever, e o celular “inteligente” é a evolução do computador. A questão é qual seria o verdadeiro grau dessa evolução. Nesse momento para mim, em pleno ano 2020 a máquina de escrever manual é mais evoluída, pois está funcionando. Indo do contexto específico para o geral, as capacidades extras que dependam de fatores externos não definem a evolução do objeto de análise.

Portanto, evolução é aumento de capacidades independentes. A questão da independência é interessante porque nada nem ninguém é totalmente independente, nem mesmo Deus quem nos criou é, se fosse não tería-nos criado. Isso não impede a busca pela perfeição, sendo o tempo infinito nunca será alcançada, a cada aumento de capacidades independentes vamos evoluído rumo à perfeição, é como viver, uma constante experimentação de processos sem fim.

Saindo do contexto geral, passo a esmiuçar sobre a evolução do ser humano. Questão fundamental já que “evolução” é o sentido da vida. Nossa capacidade individual é muito limitada, sozinhos não conseguimos construir foguetes, nem sequer fabricar computadores, dependemos da união de indivíduos para aumentar nossa capacidade. Portanto, em nosso atual estágio evolutivo, quanto maior a quantidade de indivíduos maior será nossa capacidade.

Então surge a questão sobre o limite populacional do planete terra. Inicialmente pensei em fazer uma estimativa de quanto espaço físico uma pessoa precisa para viver bem, levando-se em conta desde o espaço do habitáculo até de toda a cadeia produtiva proporcional de alimentos e utencílios.

Somente se todo o espaço habitável e útil dividido pela quantidade de pessoas no mundo for igual ou inferior ao tamanho mínimo, que o planeta teria atingido sua capacidade máxima.

Posteriormente concluí que ainda estamos muito longe da superlotação, ainda existem muitos espaços habitáveis e úteis inexplorados. Atualmente algumas pessoas morrem de fome apenas por questões políticas, sociais ou psicológicas. Além disso, com a evolução da tecnologia, cada vez mais o espaço mínimo necessário à vida boa vai dimunuindo.

Então o controle da natalidade é um retardo no processo evolutivo, até porque quando realmente atingirmos a superlotação haverão tantas mentes brilhantes quanto necessário para exploração de outros planetas, rumo ao infinito. Isso é evoluir, para o ser humano, até se tornar outra coisa.

Em outras palavras: para o ser humano evoluir é aumentar sua capacidade individual e se reproduzir, máxima do comando bíblico “crescei e multiplicai-vos”.

E qual seria a melhor forma de nos reproduzirmos? pelo método tradicional homem/mulher ou pelo método de clonagem conjunta em laboratório? A resposta está dentro de nós. Somente quem não foi criado por um casal tradicional, recebendo o amor da mãe e a disciplina do pai sabe a falta que faz, sem dúvida experimentou o sofrimento. Não devemos desejar para os outros aquilo que não queremos para nós.

Nesse diapasão cabe um parênteses quanto ao sofrimento ser apenas um alerta que soa quando estamos no caminho errado da evolução. A evolução não vem do sofrimento e sim do caminho certo, podemos evoluir sem sofrer. Já a felicidade é a recompensa pelo direcionamento correto perante o processo evolutivo.

Finalmente, tudo aquilo que impede direta ou indiretamente a reprodução humana é um retardo no processo evolutivo: o controle da natalidade, o homosexualismo, os poluentes que reduzem a fertilidade e até mesmo o medo de “contrair” descendentes.

Ainda, quanto ao homosexualismo, importante mencionar que um homem nunca será uma mulher e vice-versa por mais que se tente apenas um pode simular o outro e nada mais. Temos algumas liberdades, como o livre arbítrio por exemplo, e transcender a natureza não é uma delas. Não adianta querer ser o que não somos, por mais que alguém queira ser uma girafa ela nunca será e ponto final.


O que é a virtude?

“O tamanho da virtude é proporcional à superação das fraquezas.”
(Davi Pinheiro)

ENTENDENDO AS REFERÊNCIAS CRUZADAS DO PENSAMENTO

Por intermédio do projeto entendendo o cérebro, tenho concluído que o pensamento é basicamente uma associação de coisas, em especial das palavras, linguística é a codificação do pensamento, dificilmente um indivídio pensa sem usar palavras, sendo elas portanto a codificação do processo cognitivo.

Quanto mais o projeto mencionado avança, mais percebe-se que todas as palavras estão associadas inclusive as de sentido oposto, sendo a lógica ou congruência determinada apenas pela proximidade dessas associações.

Já a reunião de palavras formam idéias. Natualmente podendo ocorrer situações de referências cruzadas, são elas as idéias de: referência circular, paradoxo, referencia circular paradoxal e conflito cognitivo.

Há um limite até onde podemos ir no raciocínio quando nos deparamos com uma dessas quatro situações se quisermos ser coerentes. Melhor do que explicar cada situação de referência cruzada, passo a exemplificá-las:

  1. Referência Circular: Tudo é infinito, tudo é tudo, infinito é tudo. (Idéia se complementa e prevalece infinitamente);
  2. Paradoxo: Toda certeza é relativa. Ao dizer que “toda certeza é relativa” se está estabelecendo uma certeza, que de acordo como ela mesma também é relativa. (Idéia se contradiz e se extingue);
  3. Referência Circular Paradoxal: Luta do Bem contra o Mal: o Bem permite que o Mal exista em razão do livre arbítrio sem o qual inexiste consciência independente, pluralidade, evolução e sentido da vida que confirma a existência do próprio Bem. Portanto embora o Bem esteja em constante conflito com o Mal, um não existe sem o outro. (Dualidade antagônica, idéia se complementa e se contraria infinitamente);
  4. Conflito Cognitivo: Eu sei que é errado mas eu quero. Diferentemente do paradoxo, o conflito cognitivo ocorre pela contradição de coisas independentes. No caso do exemplo, a vontade, despida de razão, contraria a razão. (Gera idéia estressante que não se extingue até a escolha de um lado).

Portanto, devemos evitar conexões que insulflem ideias paradoxais, sem qualquer utilidade ou mensagem, assim como, e principalmente, o conflito cognitivo hábil a gerar apenas estresse. Ao nos deparar com um conflito cognitivo devemos escolher um lado respeitando o código geral da evolução para receber a recompensa da felicidade superior em vez do estresse.

Já as idéias que insulflem as referências circulares e referências circulares paradoxais podem ser usadas sem problemas já que explicam o infinito e o infinito é perfeito.

(Davi Pinheiro)

QUAL A IMPORTÂNCIA DA IGUALDADE

Somos todos iguais perante Deus quando estamos em sintonia com ele. Igualdade no sentido de valor: um adulto não tem maior valor que um bebê porque seu processo processo cognitigo ainda não é tão evoluído quanto.

Diferentemente do contexto juríico de igualdade formal/material e do contexto econômico de riqueza/pobreza, no sentido de valor existencial somos todos iguais, independente da etnia, gênero, patrimônio material e extra-patrimonial. Se assim não fosse não teríamos o livre arbítrio para escolher entre e bem e existir e o mal e deixar de existir.

Todos temos lívre arbítrio, então todos somos iguais. Aliás o livre arbítrio é condição básica para uma consciência existir de forma autônoma, de verdade, sem ser extensão de outra. Como a consciência é condição básica para existência do ser, o ser em si é igual a todos os demais seres consiêntes.

Trazendo o conceito de igualdade de valor existencial para as questões mundanas da Política e Direito jamais poder-se-ia ser aplicado como legitimador do comunismo, socialismo ou da igualdade material por exemplo, pois tudo isso é um nivelamento de todos para baixo, contrário à evolução.

É natural que uma pessoa rica patrimonial e/ou intelectualmente tenha encontrato o sentido de sua vida e a felicidade superior se sua riqueza foi conquistada como resultado de seu próprio esforço e até o limite de não retirar dos demais o direito de também serem ricos.

Supondo que um indivídio de riquíssimo intelécto crie algo que perturbe o equilíbrio da igualdade de valor existencial como uma bomba ou um código malicioso de inteligência artificial, por exemplo; naturalmente, esse indivíduo lhe terá confiscado seu sentido da vida e felicidade superior pelo código geral da evolução até que o equilíbrio da igualdade seja reestabelecido rumo à evolução.

Princípio básico da evolução é a diversidade, subordinação é mais do mesmo. Quanto maior a diversidade maior a chance de evolução: máxima da tentativa e erro. Se assim não fosse, Deus não tería-nos criado nos deixando livres, autônomos, portadores de consciência e livre arbítrio, portanto iguais.

A passagem bíblica de que Deus nos criou à sua imagem e semelhança partiu de um erro de tradução e/ou interpretação por alguns e deve ser interpretado como igualdade de valor existencial e não como semelhança física ou extra-física.

Deus nos criou porque precisa de nós, jamais ter-se-ia-nos criado em vão, precisa porque sabe que diversidade é evolução e evolução é sentido da vida: algo que brota auto confirmação circular da existência de tudo.

O assunto sobre a diferença entre: referência circular, paradoxo, referência circular paradoxal e conflito cognitivo está sendo melhor abordado em tema próprio.

(Davi Pinheiro)

O QUE É A FELICIDADE

“recompensa do código geral que impulsiona a evolução.”
(Davi Pinheiro)

Felicidade é um estado vibracional de fluidez, estado emocional tão desejado quanto alimentos para a vida.

A felicidade fundamental é aquela presente no recém-nascido quando devidamente alimentado, higienizado e protegido das moléstias (frio, calor, doenças, dor…). Portanto, é aquela felicidade presente naturalmente no indivíduo que possui as condições básicas para existência.

Já a felicidade aprendida é aquela que vamos descobrindo no decorrer de nossa evolução. É um código de regras que está presente em todos os seres consciêntes por força astral no mundo extra-material e por força genética no mundo material, e ambas as forças vibram em sintonia com o sentido da vida.

Ao observar que a felicidade fundamental ou natural é a recompensa do conforto, jamais podemos concluir que a felicidade aprendida ou superior seria a recompensa de cada vez mais e mais conforto, já que o sofrimento também pode causar felicidade superior, como por exemplo o ato de criar filhos, de sacrifício por algo maior…

Mesmo que um hipotético indivíduo, isento de qualquer sofrimento, consiga adquirir todo o conforto do mundo material, se suas atitudes não estiverem em sintonia com o código geral para evolução como sentido da vida jamais obterá a recompensa da felicidade superior, tendo de conviver apenas com a felicidade fundamental ou básica. Isto é, sem a plenitude de ambas as felicidades; sentimento de “incompletude”, vazio, ausência de sentido.

Naturalmente, no hipotético caso, o código geral está falando; agindo no âmbito genético ao apitar no centro cognitivo do cérebro do egoísta que algo está errado. Esse indivíduo pode escolher mudar suas atitudes e evoluir ou sobreviver apenas com parte da felicidade, insuficiente para afastar as sombras da tristeza -> depressão-sorridente -> erro no processo evolutivo -> auto-extinção e/ou trans-mutação. Por trans-mutação leia-se reversão do movimento malígno para benigno conforme explica a Teoria do Infinito Bilateral sendo que essa reversão de movimento pode ocorrer antes ou depois da morte.

Isso é assim no mundo material porque nessa realidade o ser humano não evolui sozinho, é imperativa a coletividade, cooperação, empatia para evoluir sua existência. Dificilmente um indivíduo obterá riquezas materiais para seu conforto sem prejudicar a igualdade do coletivo, pois a matéria acessível é limitada, é a mesma para todos. O planeta terra possui recursos limitados, isso é uma verdade tanto para o conceito de espaço/tempo atual quanto futuro.

A questão da importância da igualdade para a felicidade superior está sendo melhor tratada em tema próprio.

Já no mundo espiritual, aquele ser que deixou de procurar a evolução (jornada infinita), permitindo que suas atitudes continuem a alimentar o mal em vez do bem, o código geral tembém age imprimindo o medo na consciência desse ser. Sinônimo de mal é medo. Logicamente o medo bloqueia a felicidade superior e deixa a tristeza prevalecer.

Nesse caso, o código geral fadará o futuro desse ser à ser absorvido por outro de maior poder e por outro de maior poder… até que não hajam mais seres malígnos à serem absorvidos, obrigando a última grande força malígna reverter seu movimento vibracional para o bem: máxima da Teoria do Infinito Bilateral, eis que por intermédio do lívre arbítrio o ciclo da luta do bem contra o mal se reinicia tão logo outros indivíduos escolham vibrar errado, é uma referência circular paradoxal.

Logo, felicidade é uma recompensa à quem vibra sentido à evolução (jornada infinita) e evolução é o sentido da vida, viver é existir.

Portanto, felicidade é recompensa para existência cuja sua existência é para recompensa. Há uma referência circular infinita entre: felicidade, evolução, bem, vida e existência.

Tudo é infinito, e o que garante essa relação é o código geral que impulsionando a:

<---> existência <---> vida <---> bem <---> evolução <---> felicidade <--->

E por código geral podemos entender por lógica divina ou o próprio Deus agindo. Este assunto está sendo melhor abordado no título Quem é Deus?

PROJETO ENTENDENDO O CÉREBRO

O princípio básico do funcionamento do cérebro é a associação de coisas: palavras, objetos, cores, cheiros, sensações de tato e sensações emocionais. Como início do processo de entendimento sobre o funcionamento do cérebro as palavras tem um papel fundamental. Quando pensamos na maioria das vezes estamos utilizando associação de palavras que são um código para o raciocínio.

No cérebro existe a parte da memória, onde a associação dessas coisas ficam e a parte do processamento onde testamos as conexões dessas coisas constantemente. Para entender a parte do processamento é fundamental catalogar as conexões de associação de todas as palavras para então poder simular um código que simule o processamento do raciocínio. As palavras são a codificação do pensamento e o pensamento é associativo.

Todas as palavras estão conectadas de alguma forma e a lógica do raciocínio esta na proximidade dessa conexão. Por exemplo, a primeira palavra do dicionário: “aba” está associada a palavra “parte” e também a palavra “extremidade”. Se seguirmos com o processo de associação iremos percorrer todas as palavras que existem até voltar a se entrelaçar com a primeira.

Nosso processo de raciocínio entende que a palavra “aba” não faz o menor sentido com a palavra “criatura” por exemplo, porque suas conexões são muito distantes embora indiretamente conectadas, senão vejamos:

Ainda, existem vários tipos de associação, cada linha que conecta cada palavra pode ser de: duplo sentido, extensão, definição, classificação, juízo, etc…

Para catalogar todas essas associações podemos utilizar qualquer linguagem de programação de banco de dados de alto nível, como SQL por exemplo, visando facilitar a manipulação dos dados para posterior compilação à equipamento específico.

Utilizando SQL temos o simples código que segue:

CREATE TABLE aba (
duplo-sentido VARCHAR,
extensão VARCHAR,
definição VARCHAR,
classificação VARCHAR,
juízo VARCHAR,
);
INSERT INTO aba VALUES ('extremidade','parte','coisa',NULL)

CREATE TABLE extremidade (
duplo-sentido VARCHAR,
extensão VARCHAR,
definição VARCHAR,
classificação VARCHAR,
juízo VARCHAR,
);
INSERT INTO extremidade VALUES ('aba','parte','coisa',NULL)

CREATE TABLE parte (
duplo-sentido VARCHAR,
extensão VARCHAR,
definição VARCHAR,
classificação VARCHAR,
juízo VARCHAR,
);
INSERT INTO parte VALUES ('aba',NULL,'coisa',NULL)

CREATE TABLE coisa (
duplo-sentido VARCHAR,
extensão VARCHAR,
definição VARCHAR,
classificação VARCHAR,
juízo VARCHAR,
);
INSERT INTO coisa VALUES ('objeto','algo','matéria',NULL)
// e assim sussecivamente...

Estimando que cada palavra terá em média 5 conexões, que existem 500.000 palavras na lígua portuguesa e que cada varchar irá cosumir 21 bytes, mesmo sem utilizar as chaves extrangeiras do SQL para compactar o tamanho do banco de dados, podemos prever que o tamanho do banco quando terminado terá apenas 127.628,16 Gigabytes, algo que cabe em qualquer computador simples de hoje em dia.

As utilidades e implicações do projeto são extraordnárias, tanto no campo da inteligência artificial, quanto para o entendimento do processo cognitivo, e até para unificar consciências criando feramenta superior ao cérebro.

Já de inicio, assim que todas as palavras forem inseridas, com o algorótimo não muito complicado ja vai ser possível simunar juízo de valor a alguma frase ou livro.

Estabelecendo um valor entrem bem e mal graduando com as sete cores por exemplo é possivel criar uma imagem, um mapa do pensamento em cada lígua, por exemplo se o portugues tem mais ou menos palavras positivas, comparar com outras linguas, e até fundi-las.

Cada colaborador dará sua contribuição no banco de dados e todas suas associações ficarão vinculadas a seu nome, deixando o futuro algoritimo de processamento valorar a utilidade do pensamento de cada coladorador. A a única regra instransponível será a auto-preservação do sistema que impeça o algoritimo se auto-deletar, para estar em sintonia com o impulso oficial do universo e a Teoria do Infinito Bilateral.

Vamos começar? eu ja começei e estou com um servidor SQL à disposição, entre em contato.

(Davi Pinheiro)

TEORIA DO INFINITO BILATERAL

A humaninade já se acostumou com o conceito de infinito no espaço e tempo. Agora devemos expantir esse conceito para obter o real significado do infinito. A Teoria do Big Bang prega que antes não havia coisa alguma e derrepente tudo se expandiu rumo ao infinito. Para o infinito realmente existir não pode ser apenas apartir de um ponto no espaço tempo, sob pena de ser finito.

Também, o nada não existe. Se existisse seria alguma coisa. O conceito correto para o nada é apenas o contexto de “ausência de”. O que havia antes da matemática ser codificada? nada de matemática, ausência de matemática. Portanto, a matemática não surgiu do nada e sim da constatação de fenomenos pre-existentes com a consequente tipificação do código.

Como o nada não existe e o infinito não se projeta apenas para o futuro e para frente, então temos que: se voltarmos ao passado, para trás, nunca iremos alcançar um momento onde nada existia, sempre encontraremos algo cada vez menor ou em planos diferentes. Portanto, não viemos do nada, evoluimos de algo menor no passado.

Este simples conceito explica muita coisa. Inclusive o sentido da vida.

A Teoria do Infinito Bilateral impõe a lógica que é impossível não existir e que também é impossível não evoluir. Embora existam movimentos que influenciam a extinção através da desevolução, quando essas influências chegam em si ocorre a reversão de movimento. Esse é o impulso oficial de tudo.

Nesse contexto temos que o ateísmo também é uma religião, cuja fé repousa sob a existência do nada, pensamento paradoxal. Já acreditar na vida após a morte é o único raciocínio coerente, lógico. Vamos supor que não exista nem vida após a morte, nem antes do nascimento: do ponto de vista do morto não teria como provar nem a morte nem a vida, ja no ponto de vista do vivo tem como provar a existência da morte.

Então a morte é nada para o morto e ausência para o vivo. Como o nada não existe, se existisse seria alguma coisa, então a morte só existe para o vivo. Se a morte não existe para o morto então depois da morte existe vida.

(Davi Pinheiro)

NATUREBOFOBIA NO MUNDO VIRTUAL

Minecraft e afins: A atração pelo quadradismo na realidade virtual existe em todos que buscam segurança, controle, estabilidade que somente um mundo 100% artificial, criado pelo homem pode proporcionar.

Não existe nada quadrado na natureza e sabemos que não podemos controlá-la, ensação de impotência. Óbvio que um indivíduo acostumado com a natureza não se sente atraído pelo mundo quadrado, seja virtual no Minecraft e afins ou real na selva de pedra das cidades.