DIVÓRCIO SEM CULPA COMO ESCRAVIDÃO DO BRASILEIRO

Divórcio sem Culpa

O Divórcio sem culpa, sem motivo é permitido pela legislação, mas você não pode demitir um empregado sem justa causa sem pagar elevadas multas para a rescisão do contrato de trabalho.

Em suma, a liberalização para falência das famílias e o engessamento do contrato de trabalho somente pode objetivar uma liberdade falsa pela legislação.

Divórcio Sem Culpa permitido e Demissão de Justa Causa proibido, antagonismo de ideias

No contrato de trabalho onde dever-se-ia exigir dinamismo, resultado e eficiência, impera a estabilidade matriarcal. Já no contrato matrimonial onde deveria haver amor, as leis patrocinam a liberdade individual em detrimento da família tradicional; tão importante para sustentar uma sociedade realmente livre, que não dependa de esmola estatal nem pensão.

Além disso, o que mais importa: a família ou o trabalho? essa contradição legislativa desnuda a falácia dos valores liberais para extinção da família e manutenção do trabalho.

Ora, se o que norteia toda a legislação brasileira é a liberdade individual sob o contrato de casamento, por que essa liberdade também não se aplica ao contrato de trabalho?

Como resultado, as leis brasileiras engessaram a economia, que deveria ser livre e desestruturaram a família, que deveria ser sagrada, não ao contrário. Latente inversão de valores.

Portanto, a liberação do divórcio sem culpa é uma liberdade falsa. Não se confirma no contrato de trabalho, porque de fato a legislação não está preocupada com a liberdade e sim com a destruição da sociedade brasileira.

Família é a base do Trabalho

A família é a base de qualquer sociedade desenvolvida, inclusive o alicerce do próprio trabalho, o divórcio sem culpa não faz sentido nesse contexto.

Pela lógica, todo esse paradigma falso de liberalização para rescisão do contrato matrimonial sem justa causa, também deveria ser verdadeiro para o contrato de trabalho – que menos importante.

Assim não é porque a legislação brasileira não esta buscando outro fim senão a degradação da sociedade e sua economia.

Acima de tudo, o princípio básico que deve impulsionar a criação de uma lei é a tipificação dos valores de uma sociedade.

Portanto, a lei jamais pode pretender mudar os valores, sob pena de uma minoria prevalecer perante a maioria – tiro de morte na democracia. As leis brasileiras, neste ponto beiram o imperialismo em vez da liberdade, em pleno ano de 2020.

Após 43 anos de liberalização do divórcio sem culpa, ocorrida no ano de 1977, dados do próprio IBGE demonstram que houve queda de poder aquisitivo nas famílias e aumento na arrecadação de impostos.

Famílias divorciadas trabalham mais e recebem menos com o Divórcio sem Culpa

Com a entrada das mulheres no mercado de trabalho foi natural o aumento de arrecadação de impostos. Com isso inflou-se o tamanho do Estado. Esse agora assumindo, inclusive, o papel patriarcal antes exercidos pelos maridos e pais. Houve a terceirização dos entes familiares para o Estado.

Por exemplo, a mulher insatisfeita com a pseudo submissão ao marido, hoje se vê submissa ao patrão e ao governo. Em verdade, a sociedade brasileira experimenta uma situação de poligamia sequencial legalizada com o divórcio sem culpa.

No anos de 1943 foi promulgada a Consolidação das Leis do Trabalho – CLT. Posteriormente, decorridos 77 anos até agora, nossa economia estagnou, nos tornamos meros exportadores de matéria prima e importadores de produtos manufaturados.

Até a década de quarenta existiam empresas que estavam começando a nos tornar independentes de tecnologia estrangeira. Hoje somos uma mera colônia econômica e cultural de todas as nações que seguiram o caminho inverso: de valorizar a família e liberar a economia.

Para esclarecer, a proposta do presente textículo é a busca pela verdadeira liberdade ao Povo Brasileiro, devemos entender o que é a liberdade. Ontologicamente: Liberdade é independência.

Por outro lado, a independência é a capacidade de “existir sem”. Interessante que a independência também é requisito da evolução e que evolução é o sentido da vida.

O que é a Liberdade?

Podemos exercer a liberdade sem ter e também podemos ter a liberdade sem exercer. Quando exercemos uma liberdade sem ter, deixamos de existir.

Por exemplo: não temos a capacidade de viver sem comer, então não somos livres para escolher se comemos ou deixamos de comer. Mesmo assim, podemos exercer essa “liberdade” que não temos (subversão) e escolher deixar de comer, quando então morreremos, deixando de existir no mundo material.

Ora, quem poderia justificar como correto a própria extinção material estando morto? ninguém, morto não fala.

Da mesma forma com a questão dos gêneros: jamais poderíamos existir sem a reprodução entre homens e mulheres, pois a Medicina Moderna jamais irá conseguir produzir bebês de chocadeira, por mais que queiramos esse absurdo.

A Medicina Moderna sequer consegue curar todas as enfermidades que acometem o ser humano. O conhecimento acerca dos segredos da criação de um novo ser humano somente irá surgir quando a humanidade tiver evoluído o suficiente.

Portanto, se não temos a capacidade de existir sem o antagonismo dos gêneros e se a Medicina Moderna sequer é capaz de converter os gêneros plenamente, não temos liberdade de escolha nesse assunto.

Mesmo assim, podemos subverter essa “liberdade” falsa e deixar de existir, a escolha é de cada um.

Existem Liberdades Impossíveis

Por exemplo, individualmente, a pessoa que se submete à cirurgia de “mudança de sexo”, deixa de ser pleno em seu gênero natural e jamais alcança a plenitude do gênero pretendido.

Portanto, coletivamente, se toda a humanidade cometer tamanha subversão, obviamente deixará de existir.

Logo, assim como não somos livres para deixar de comer, também não temos liberdade para escolha de gênero, é puro suicido existencial.

No mundo material não temos liberdade para mudar de forma sem deixar de existir, por mais que queiramos ser um cachorro, por exemplo, apenas podemos andar de quatro e latir, perdendo nossa humanidade, sem contudo ser um cachorro de verdade.

Se não temos liberdade para mudar de forma, devemos respeitar as normas da natureza para evoluir até quando finalmente possamos criar uma natureza nova se for preciso.

Interessante comentar que o mesmo discurso de proteção ambiental não se aplica à proteção dos gêneros dos animais, em especial, de nós mesmos, seres humanos mamíferos…

Segundo as normas da natureza, além de mamar, precisamos de pai e mãe juntos colaborando para nosso desenvolvimento e evolução, processo que só acaba com a morte.

Sempre precisaremos de nossos pais juntos colaborando para nossa evolução, como também, precisamos criar nossos filhos para justificativa básica de nossa existência. Isso é uma referência circular que se auto confirma, ou seja, verdade absoluta.

Como vemos, a família é tão importante quanto a comida

Abaixo dessa categoria de valores da família que deveria estar o trabalho e não acima, afinal, podemos comer sem trabalhar (nem que seja capim), mas não podemos trabalhar sem comer. Tão pouco podemos progredir no trabalho sem o alicerce da família.

Afinal, não nascemos trabalhando e sim comendo no seio da família, cuja função é nos preparar para o trabalho, esse é o ciclo natural da vida.

Acima de tudo insisto na importância da família para o desenvolvimento da sociedade, tanto o núcleo consanguíneo quanto o núcleo conjugal, em especial este que vem sendo alvo de constantes ataques pelo mal.

Quando escolhemos um cônjuge para casar e estar presente durante toda a vida celebramos um contrato. Isso é assim porque precisamos de companhia, algo natural. O individualismo artificial está fadado ao fracasso no processo de seleção natural divina.

As Leis estão para a Sociedade e não o Inverso

Quando uma minoria de pessoas promulgam leis que vão contra às necessidades naturais da maioria das pessoas é que o Estado começa a pôr a mão no seio da sua família, isso é verdadeira perda da liberdade. Quanto mais degradada for a sociedade mais fácil é a escravidão. Temos que perceber isso!

Interessante também, que embora as leis brasileiras permitam a extinção do contrato matrimonial sem culpa, um contrato bancário jamais pode ser extinto, mesmo sendo os juros brasileiros os mais altos do mundo. Aqui impera o princípio pacta sunt servanda, no matrimônio não…

Devemos perceber que existem leis cuja finalidade é nosso enfraquecimento e escravidão. Ao despertarmos desse transe reflexivo que assola nossa sociedade, logo as leis ruins serão alteradas para reintroduzir o Brasil no eixo da evolução.

Enquanto isso, devemos respeitar a família, evitar negociar com bancos e perceber que é impossível mudar de gênero!

Portanto, por dificuldades e tentações todos passamos, isso é uma provação; destruir o instituto da família conjugal e perverter à homossexualidade jamais irá saciar a lascívia. Em outras palavras, Somos mais do que um impulso sexual e cada um deve encontrar um sentido produtivo para sua vida para neutralizar as obsessões demoníacas.

Da Inversão de Valores pela Legislação com o Divórcio Sem Culpa

Toda essa liberalização transviada e inversão de valores, em verdade, acaba acelerando o processo de seleção natural divina, porque que sucumbe ao mal acaba deixando de existir mais rápido.

Da mesma forma, independente das leis, apenas o conhecimento e a reflexão nos liberta e cada um de nós pode ser o dirigente de sua vida, entendendo o que é certo e o que é errado.

Para não dar margem à interpretações equivocadas, esclareço que o divórcio sem culpa é errado e que o divórcio com culpa é certo.

Em conclusão, culpa é o risco de integridade física a qualquer dos cônjuges em qualquer situação e o adultério em caso de não haver filhos menores. Havendo filhos menores deve-se corrigir a conduta do cônjuge adultero com tratamento mental e espiritual.

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Somos Homens das Cavernas da Era Digital

Todo nosso aparato mais avançado ainda depende da sombra para funcionar.

Mesmo as telas de LCD, LED e afins mais avançadas não são capazes de conviver com a luz do Sol, obrigando-nos a nos entocar como meros Neandertais.

A retroiluminação simples de nossas telas é uma tecnologia muito arcaica. Quando as telas forem capazes de refletir a luz além de apenas retroiluminar daí sairemos das sombras de nossas cavernas digitais.

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O QUE É EVOLUÇÃO?

o que é evolução
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Ironicamente, escrevo sobre evolção numa Olivetti Studio 46, é que ontem passou por aqui um cliclone extratopical que destelhou casas, derrubou antenas de telefonia e destruiu quase metade da rede de energia elétrica. Até agora estamos sem eletricidade, o que me faz refletir sobre o que seria a evolução.

Óbvio que o computador é a evolução da máquina de escrever, e o celular “inteligente” é a evolução do computador. A questão é qual seria o verdadeiro grau dessa evolução. Nesse momento para mim, em pleno ano 2020 a máquina de escrever manual é mais evoluída, pois está funcionando. Indo do contexto específico para o geral, as capacidades extras que dependam de fatores externos não definem a evolução do objeto de análise.

Portanto, evolução é aumento de capacidades independentes. A questão da independência é interessante porque nada nem ninguém é totalmente independente, nem mesmo Deus quem nos criou é, se fosse não tería-nos criado. Isso não impede a busca pela perfeição, sendo o tempo infinito nunca será alcançada, a cada aumento de capacidades independentes vamos evoluído rumo à perfeição, é como viver, uma constante experimentação de processos sem fim.

EVOLUÇÃO DO SER HUMANO

Saindo do contexto geral, passo a esmiuçar sobre a evolução do ser humano. Questão fundamental já que “evolução” é o sentido da vida. Nossa capacidade individual é muito limitada, sozinhos não conseguimos construir foguetes, nem sequer fabricar computadores, dependemos da união de indivíduos para aumentar nossa capacidade. Portanto, em nosso atual estágio evolutivo, quanto maior a quantidade de indivíduos maior será nossa capacidade.

Então surge a questão sobre o limite populacional do planete terra. Inicialmente pensei em fazer uma estimativa de quanto espaço físico uma pessoa precisa para viver bem, levando-se em conta desde o espaço do habitáculo até de toda a cadeia produtiva proporcional de alimentos e utencílios.

Ou seja, somente se todo o espaço habitável e útil dividido pela quantidade de pessoas no mundo for igual ou inferior ao tamanho mínimo, que o planeta teria atingido sua capacidade máxima.

SUPER LOTAÇÃO DO PLANETA É UMA FARSA

Posteriormente concluí que ainda estamos muito longe da superlotação, ainda existem muitos espaços habitáveis e úteis inexplorados. Atualmente algumas pessoas morrem de fome apenas por questões políticas, sociais ou psicológicas. Além disso, com a evolução da tecnologia, cada vez mais o espaço mínimo necessário à vida boa vai dimunuindo.

Então o controle da natalidade é um retardo no processo evolutivo, até porque quando realmente atingirmos a superlotação haverão tantas mentes brilhantes quanto necessário para exploração de outros planetas, rumo ao infinito. Isso é evoluir, para o ser humano, até se tornar outra coisa.

Em outras palavras: para o ser humano evoluir é aumentar sua capacidade individual e se reproduzir, máxima do comando bíblico “crescei e multiplicai-vos”.

E qual seria a melhor forma de nos reproduzirmos? pelo método tradicional homem/mulher ou pelo método de clonagem conjunta em laboratório? A resposta está dentro de nós. Somente quem não foi criado por um casal tradicional, recebendo o amor da mãe e a disciplina do pai sabe a falta que faz, sem dúvida experimentou o sofrimento. Não devemos desejar para os outros aquilo que não queremos para nós.

Nesse diapasão, cabe um parênteses quanto ao sofrimento ser apenas um alerta que soa quando estamos no caminho errado da evolução. A evolução não vem do sofrimento e sim do caminho certo, podemos evoluir sem sofrer. Já a felicidade é a recompensa pelo direcionamento correto perante o processo evolutivo.

CONCLUSÃO

Finalmente, tudo aquilo que impede direta ou indiretamente a reprodução humana é um retardo no processo evolutivo: o controle da natalidade, o homosexualismo, os poluentes que reduzem a fertilidade e até mesmo o medo de “contrair” descendentes.

Ainda, quanto ao homosexualismo, importante mencionar que um homem nunca será uma mulher e vice-versa por mais que se tente apenas um pode simular o outro e nada mais. Temos algumas liberdades, como o livre arbítrio por exemplo, e transcender a natureza não é uma delas. Não adianta querer ser o que não somos, por mais que alguém queira ser uma girafa ela nunca será e ponto final.


RELACIONADO: Para os entusiastas da máquina de escrever,
dediquei uma performance à minha favorita que pode ser degustado
clicando aqui. Saudosamente o delicioso documentário de terceiros sobre
o tema, premiado pelo projeto Certimídia, está disponível aqui, assim
como todas as demais mídias premiadas podem ser assistidas aqui.

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ENTENDENDO AS REFERÊNCIAS CRUZADAS DO PENSAMENTO

Por intermédio do projeto entendendo o cérebro, tenho concluído que o pensamento é basicamente uma associação de coisas, em especial das palavras, linguística é a codificação do pensamento, dificilmente um indivídio pensa sem usar palavras, sendo elas portanto a codificação do processo cognitivo.

Quanto mais o projeto mencionado avança, mais percebe-se que todas as palavras estão associadas inclusive as de sentido oposto, sendo a lógica ou congruência determinada apenas pela proximidade dessas associações.

Já a reunião de palavras formam ideias. Naturalmente podendo ocorrer situações de referências cruzadas, são elas as ideias de: referência circular, paradoxo, referencia circular paradoxal e conflito cognitivo.

Há um limite até onde podemos ir no raciocínio quando nos deparamos com uma dessas quatro situações se quisermos ser coerentes. Melhor do que explicar cada situação de referência cruzada, passo a exemplificá-las:

  1. Paradoxo: Toda certeza é relativa. Ao dizer que “toda certeza é relativa” se está estabelecendo uma certeza, que de acordo como ela mesma também é relativa. (Ideia se contradiz e se extingue);
  2. Referência Circular: Tudo é infinito, tudo é tudo, infinito é tudo. (Ideia se complementa e prevalece infinitamente);
  3. Referência Circular Paradoxal: Luta do Bem contra o Mal: o Bem permite que o Mal exista em razão do livre arbítrio sem o qual inexiste consciência independente, pluralidade, evolução e sentido da vida que confirma a existência do próprio Bem. Portanto embora o Bem esteja em constante conflito com o Mal, um não existe sem o outro. (Dualidade antagônica, ideia se complementa e se contraria infinitamente);
  4. Conflito Cognitivo: Eu sei que é errado mas eu quero. Diferentemente do paradoxo, o conflito cognitivo ocorre pela contradição de coisas independentes. No caso do exemplo, a vontade, despida de razão, contraria a razão. (Gera ideia estressante que não se extingue até a escolha de um lado).

Portanto, devemos evitar conexões que insulflem ideias paradoxais, sem qualquer utilidade ou mensagem, assim como, e principalmente, o conflito cognitivo hábil a gerar apenas estresse. Ao nos deparar com um conflito cognitivo devemos escolher um lado respeitando o código geral da evolução para receber a recompensa da felicidade superior em vez do estresse.

Já as idéias que insulflem as referências circulares e referências circulares paradoxais podem ser usadas sem problemas já que explicam o infinito e o infinito é perfeito.

(Davi Pinheiro)

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QUAL A IMPORTÂNCIA DA IGUALDADE

PONTÍCULUS-HOMINES: Todos seres humanos são iguais.

O que é igualdade?

Somos todos iguais perante Deus quando estamos em sintonia com ele. Igualdade no sentido de valor: um adulto não tem maior valor que um bebê porque seu processo processo cognitigo ainda não é tão evoluído quanto.

Diferentemente do contexto juríico de igualdade formal/material e do contexto econômico de riqueza/pobreza, no sentido de valor existencial somos todos iguais, independente da etnia, gênero, patrimônio material e extra-patrimonial. Se assim não fosse não teríamos o livre arbítrio para escolher entre e bem e existir e o mal e deixar de existir.

Todos temos lívre arbítrio, então todos somos iguais. Aliás o livre arbítrio é condição básica para uma consciência existir de forma autônoma, de verdade, sem ser extensão de outra. Como a consciência é condição básica para existência do ser, o ser em si é igual a todos os demais seres consiêntes.

Trazendo o conceito de igualdade de valor existencial para as questões mundanas da Política e Direito jamais poder-se-ia ser aplicado como legitimador do comunismo, socialismo ou da igualdade material por exemplo, pois tudo isso é um nivelamento de todos para baixo, contrário à evolução.

É natural que uma pessoa rica patrimonial e/ou intelectualmente tenha encontrato o sentido de sua vida e a felicidade superior se sua riqueza foi conquistada como resultado de seu próprio esforço e até o limite de não retirar dos demais o direito de também serem ricos.

Supondo que um indivídio de riquíssimo intelécto crie algo que perturbe o equilíbrio da igualdade de valor existencial como uma bomba ou um código malicioso de inteligência artificial, por exemplo; naturalmente, esse indivíduo lhe terá confiscado seu sentido da vida e felicidade superior pelo código geral da evolução até que o equilíbrio da igualdade seja reestabelecido rumo à evolução.

Princípio básico da evolução é a diversidade, subordinação é mais do mesmo. Quanto maior a diversidade maior a chance de evolução: máxima da tentativa e erro. Se assim não fosse, Deus não tería-nos criado nos deixando livres, autônomos, portadores de consciência e livre arbítrio, portanto iguais.

A passagem bíblica de que Deus nos criou à sua imagem e semelhança partiu de um erro de tradução e/ou interpretação por alguns e deve ser interpretado como igualdade de valor existencial e não como semelhança física ou extra-física.

Deus nos criou porque precisa de nós, jamais ter-se-ia-nos criado em vão, precisa porque sabe que diversidade é evolução e evolução é sentido da vida: algo que brota auto confirmação circular da existência de tudo.

O assunto sobre a diferença entre: referência circular, paradoxo, referência circular paradoxal e conflito cognitivo está sendo melhor abordado em tema próprio.

(Davi Pinheiro)

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O QUE É A FELICIDADE

O que é a Felicidade

“Felicidade é a recompensa do código geral que impulsiona a evolução.”
(Davi Pinheiro)

ENTENDENDO A FELICIDADE

Felicidade é um estado vibracional de fluidez, estado emocional tão desejado quanto os alimentos para a vida.

A felicidade fundamental é aquela presente no recém-nascido quando devidamente alimentado, higienizado e protegido das moléstias (frio, calor, doenças, dor…). Portanto, é aquela felicidade presente naturalmente no indivíduo que possui as condições básicas para existência.

Já a felicidade aprendida é aquela que vamos descobrindo no decorrer de nossa evolução. É um código de regras que está presente em todos os seres conscientes por força astral no mundo extra-material e por força genética no mundo material, e ambas as forças vibram em sintonia com o sentido da vida.

Ao observar que a felicidade fundamental ou natural é a recompensa do conforto, jamais podemos concluir que a felicidade aprendida ou superior seria a recompensa de cada vez mais e mais conforto, já que o sofrimento também pode causar felicidade superior, como por exemplo o ato de criar filhos, de sacrifício por algo maior…

Mesmo que um hipotético indivíduo, isento de qualquer sofrimento, consiga adquirir todo o conforto do mundo material, se suas atitudes não estiverem em sintonia com o código geral para evolução como sentido da vida jamais obterá a recompensa da felicidade superior, tendo de conviver apenas com a felicidade fundamental ou básica. Isto é, sem a plenitude de ambas as felicidades; sentimento de “incompletude”, vazio, ausência de sentido.

INTERFERÊNCIA DO CÓDIGO GERAL DA EVOLUÇÃO NA FELICIDADE

Naturalmente, no hipotético caso, o código geral está falando; agindo no âmbito genético ao apitar no centro cognitivo do cérebro do egoísta que algo está errado. Esse indivíduo pode escolher mudar suas atitudes e evoluir ou sobreviver apenas com parte da felicidade, insuficiente para afastar as sombras da tristeza -> depressão-sorridente -> erro no processo evolutivo -> auto-extinção e/ou trans-mutação. Por trans-mutação leia-se reversão do movimento maligno para benigno conforme explica a Teoria do Infinito Bilateral sendo que essa reversão de movimento pode ocorrer antes ou depois da morte.

Isso é assim no mundo material porque nessa realidade o ser humano não evolui sozinho, é imperativa a coletividade, cooperação, empatia para evoluir sua existência. Dificilmente um indivíduo obterá riquezas materiais para seu conforto sem prejudicar a igualdade do coletivo, pois a matéria acessível é limitada, é a mesma para todos. O planeta terra possui recursos limitados, isso é uma verdade tanto para o conceito de espaço/tempo atual quanto futuro.

A questão da importância da igualdade para a felicidade superior está sendo melhor tratada em tema próprio.

De outro lado, no mundo espiritual, aquele ser que deixou de procurar a evolução (jornada infinita), permitindo que suas atitudes continuem a alimentar o mal em vez do bem, o código geral também age imprimindo o medo na consciência desse ser. Sinônimo de mal é medo. Logicamente o medo bloqueia a felicidade superior e deixa a tristeza prevalecer.

Nesse caso, o código geral fadará o futuro desse ser à ser absorvido por outro de maior poder e por outro de maior poder… até que não hajam mais seres malignos à serem absorvidos, obrigando a última grande força maligna reverter seu movimento vibracional para o bem: máxima da Teoria do Infinito Bilateral, eis que por intermédio do livre arbítrio o ciclo da luta do bem contra o mal se reinicia tão logo outros indivíduos escolham vibrar errado, é uma referência circular paradoxal.

CONCLUSÃO

Logo, felicidade é uma recompensa à quem vibra sentido à evolução (jornada infinita) e evolução é o sentido da vida, viver é existir.

Portanto, felicidade é recompensa para existência cuja sua existência é para recompensa. Há uma referência circular infinita entre: felicidade, evolução, bem, vida e existência.

Tudo é infinito, e o que garante essa relação é o código geral que impulsionando a evolução, senão vejamos:

o que e a Felicidade

E por código geral podemos entender por lógica divina ou o próprio Deus agindo. Este assunto está sendo melhor abordado no título Quem é Deus?

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