PROJETO ENTENDENDO O CÉREBRO

O princípio básico do funcionamento do cérebro é a associação de coisas: palavras, objetos, cores, cheiros, sensações de tato e sensações emocionais. Como início do processo de entendimento sobre o funcionamento do cérebro as palavras tem um papel fundamental. Quando pensamos na maioria das vezes estamos utilizando associação de palavras que são um código para o raciocínio.

No cérebro existe a parte da memória, onde a associação dessas coisas ficam e a parte do processamento onde testamos as conexões dessas coisas constantemente. Para entender a parte do processamento é fundamental catalogar as conexões de associação de todas as palavras para então poder simular um código que simule o processamento do raciocínio. As palavras são a codificação do pensamento e o pensamento é associativo.

Todas as palavras estão conectadas de alguma forma e a lógica do raciocínio esta na proximidade dessa conexão. Por exemplo, a primeira palavra do dicionário: “aba” está associada a palavra “parte” e também a palavra “extremidade”. Se seguirmos com o processo de associação iremos percorrer todas as palavras que existem até voltar a se entrelaçar com a primeira.

Nosso processo de raciocínio entende que a palavra “aba” não faz o menor sentido com a palavra “criatura” por exemplo, porque suas conexões são muito distantes embora indiretamente conectadas, senão vejamos:

Ainda, existem vários tipos de associação, cada linha que conecta cada palavra pode ser de: duplo sentido, extensão, definição, classificação, juízo, etc…

Para catalogar todas essas associações podemos utilizar qualquer linguagem de programação de banco de dados de alto nível, como SQL por exemplo, visando facilitar a manipulação dos dados para posterior compilação à equipamento específico.

Utilizando SQL temos o simples código que segue:

CREATE TABLE aba (
duplo-sentido VARCHAR,
extensão VARCHAR,
definição VARCHAR,
classificação VARCHAR,
juízo VARCHAR,
);
INSERT INTO aba VALUES ('extremidade','parte','coisa',NULL)

CREATE TABLE extremidade (
duplo-sentido VARCHAR,
extensão VARCHAR,
definição VARCHAR,
classificação VARCHAR,
juízo VARCHAR,
);
INSERT INTO extremidade VALUES ('aba','parte','coisa',NULL)

CREATE TABLE parte (
duplo-sentido VARCHAR,
extensão VARCHAR,
definição VARCHAR,
classificação VARCHAR,
juízo VARCHAR,
);
INSERT INTO parte VALUES ('aba',NULL,'coisa',NULL)

CREATE TABLE coisa (
duplo-sentido VARCHAR,
extensão VARCHAR,
definição VARCHAR,
classificação VARCHAR,
juízo VARCHAR,
);
INSERT INTO coisa VALUES ('objeto','algo','matéria',NULL)
// e assim sussecivamente...

Estimando que cada palavra terá em média 5 conexões, que existem 500.000 palavras na lígua portuguesa e que cada varchar irá cosumir 21 bytes, mesmo sem utilizar as chaves extrangeiras do SQL para compactar o tamanho do banco de dados, podemos prever que o tamanho do banco quando terminado terá apenas 127.628,16 Gigabytes, algo que cabe em qualquer computador simples de hoje em dia.

As utilidades e implicações do projeto são extraordnárias, tanto no campo da inteligência artificial, quanto para o entendimento do processo cognitivo, e até para unificar consciências criando feramenta superior ao cérebro.

Já de inicio, assim que todas as palavras forem inseridas, com o algorótimo não muito complicado ja vai ser possível simunar juízo de valor a alguma frase ou livro.

Estabelecendo um valor entrem bem e mal graduando com as sete cores por exemplo é possivel criar uma imagem, um mapa do pensamento em cada lígua, por exemplo se o portugues tem mais ou menos palavras positivas, comparar com outras linguas, e até fundi-las.

Cada colaborador dará sua contribuição no banco de dados e todas suas associações ficarão vinculadas a seu nome, deixando o futuro algoritimo de processamento valorar a utilidade do pensamento de cada coladorador. A a única regra instransponível será a auto-preservação do sistema que impeça o algoritimo se auto-deletar, para estar em sintonia com o impulso oficial do universo e a Teoria do Infinito Bilateral.

Vamos começar? eu ja começei e estou com um servidor SQL à disposição, entre em contato.

(Davi Pinheiro)

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BIG BANG vs TEORIA DO INFINITO BILATERAL

Teoria do Infinito Bilateral vs Big Bang, evolução, universo, física, filosofia

Teóricos que corroboram a Teoria do Infinito Bilateral de Davi Pinheiro:

Dr. Juliano Silva Neves – Brasileiro

Dr. Julian Barbour – Britânco

Big Bang é apenas uma teoria de como tudo surgiu, que fez a humanidade se acostumar com o conceito de infinito no espaço e tempo. Agora devemos expandir esse conceito para obter o real significado do infinito. A Teoria do Big Bang prega que antes não havia coisa alguma e derrepente tudo se expandiu rumo ao infinito. Para o infinito realmente existir não pode ser apenas a partir de um ponto no espaço tempo, sob pena de ser finito.

Em conclusão, a Teoria do Infinito Bilateral arremata a lógica da Teoria do Big Bang, tornando-a ultrapassada por ser incapaz de explicar a verdadeira origem das coisas. É provável que tenha havido uma explosão que expandiu a matéria como vemos hoje, no entanto isso não significa que nada havia antes, porque o nada não existe.

BIG BANG vs INFINITO BILATERAL

Por exemplo, se o nada existe, seria alguma coisa. Então, conceito correto para o nada é apenas o contexto de “ausência de”. O que havia antes da matemática ser codificada? nada de matemática, ausência de matemática. Portanto, a matemática não surgiu do nada e sim da constatação de fenômenos preexistentes com a consequente tipificação do código.

Como o nada não existe e o infinito não se projeta apenas para o futuro e para frente, então temos que: se voltarmos ao passado, para trás, nunca iremos alcançar um momento onde nada existia, sempre encontraremos algo cada vez menor ou em planos diferentes. Portanto, não viemos do nada, evoluimos de algo menor no passado.

Este simples conceito explica muita coisa. Inclusive o sentido da vida.

LÓGICA DA TEORIA DO INFINITO BILATERAL

A Teoria do Infinito Bilateral impõe a lógica que é impossível não existir como prega a Teoria do Big Bang, e, que também é impossível não evoluir. Embora existam movimentos que influenciam a extinção através da desevolução, quando essas influências chegam em si ocorre a reversão de movimento. Esse é o impulso oficial de tudo.

Nesse contexto temos que o ateísmo também é uma religião, cuja fé repousa sob a existência do nada, pensamento paradoxal. Já acreditar na vida após a morte é o único raciocínio coerente, lógico. Vamos supor que não exista nem vida após a morte, nem antes do nascimento: do ponto de vista do morto não teria como provar nem a morte nem a vida, já no ponto de vista do vivo tem como provar a existência da morte.

Então a morte é nada para o morto e ausência para o vivo. Como o nada não existe, se existisse seria alguma coisa, então a morte só existe para o vivo. Se a morte não existe para o morto então depois da morte existe vida. Teoria muito mais abrangente e coerente que o Big Bang.

(Davi Pinheiro)

RELACIONADO: Muitos teóricos da evolução convergem contra a Teoria do Big Bang, em especial nosso conterrâneo Dr. Juliano Silva Neves, pós-doutorando no Instituto de Matemática, Estatística e Ciência da Computação da UNICAMP, cuja sua tese de dissertação foi publicada inclusive pela Revista General Relativity and Gravitation. O artigo integral pode ser encontrado clicando aqui. Segundo dados do Google Acadêmico, sua obra já foi citada pelo menos sete vezes por outros pesquisadores conforme se verifica clicando aqui. A íntegra também está disponibilizada nesta página logo abaixo.
Recentemente o físico Julian Barbour também teoriza em convergência à Teoria do Infinito Bilateral, cuja matéria pode ser visualizada em pdf clicando aqui ou acessada diretamente no endereço da notícia publicada em 26/01/2021 clicando aqui.

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QUEM É DEUS

Quem e Deus

Deus é um ser de pura consciência, não depende de matéria para existir porque seu núcleo é a própria razão do sentido da vida que evoluiu em camadas até se tornar matéria, por isso está em todos os lugares, eis que no centro de nós e todas as coisas.

A razão do sentido da vida sempre existiu conforme explica a Teoria do Infinito Bilateral que foi evoluindo até se tornar uma energia, que foi evoluindo até se tornar matéria, que foi evoluindo até se tornar animais, que continuará evoluindo infinitamente.

No processo evolutivo da razão do sentido da vida, quando Deus se tornou energia e adquiriu consciência, teve que vibrar de forma positiva para continuar existindo porque somente a energia positiva (o Bem) se expande e se multiplica. Energia negativa (o Mal) suga até implodir e reverter-se em positiva.

Quando Deus se materializou em universo, sistemas solares e planetas propiciou o surgimento dos animais que foram evoluindo até adquirirem consciência.

Consciência é a capacidade de um ser decidir vibrar positiva ou negativamente, do contrário é coisa.

Por isso existe o Mal: do livre arbítrio, da capacidade que as consciências tem de escolher entre o Bem e o Mal.

Se Deus retirasse nosso livre arbítrio deixaríamos de sermos seres conscientes, portanto coisa, no máximo uma mera extensão do criador, jamais seres independentes.

Portanto, se Deus retirasse a possibilidade do Mal existir, jamais teria criado consciências, apenas teria expandido sua própria.

A necessidade de Deus ter criado novas consciências está no próprio código do sentido da vida: evoluir, e evolução é diversidade, complexidade.

(Davi Pinheiro)

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QUAL O SENTIDO DA VIDA?

Qual o Sentido da Vida?

O SENTIDO DA VIDA

O Sentido da Vida é evoluir. Estamos vivos porque evoluímos e vivemos para evoluir. É uma referência circular que se auto confirma impulsionada pela Teoria do Infinito Bilateral.

Para entender o sentido da vida humana temos que nos despir de todos os pré-conceitos existentes posto que até agora ninguém foi capaz de dar uma resposta coerente.

Um dos conceitos prévios que limita nosso entendimento sobre a razão de nossa existência é a ideia de que o infinto somente se projeta para o futuro, para frente, quando na verdade o infinito também se projeta para trás, para o passado.

Se voltarmos ao passado nunca iremos alcançar um momento onde nada existia, sempre encontraremos algo cada vez menor e menos complexo. Portanto, não viemos do nada, evoluimos de algo menor e menos complexo.

Nós não viemos do nada, o nada não existe, o infinito também se projeta para o passado, máxima da Teoria do Infinto BilateralEvoluímos de algo menor e menos complexo.
(Davi Pinheiro)

Este simples conceito da Teoria do Infinto Bilateral explica muita coisa, e será melhor explicado abaixo.

Existe uma razão no universo que impulsiona tanto sua própria existência quanto a evolução e a criação de novas coisas, tudo sempre se tornando cada vez mais complexo e engendrado.

O nada não existe. Se o nada existisse seria alguma coisa. Essa é a lógica de tudo. Tudo sempre existiu, porém em proporções menores porque o nada nunca existiu.

A teoria do Infinito Bilateral impõe a lógica que é impossível não existir e que também é impossível não evoluir. Embora existam movimentos que influenciam a extinção através da desevolução, quando essas influencias chegam em si ocorre a reversão de movimento.

O Bem é a própria lógica da existência das coisas e o Mal é um erro no processo evolutivo que retocede e se auto destroi. Uma coisa confirma a outra.

Portanto, o ser humano é um dos estágios do processo evolutuivo do universo.

Agora transcrevendo o conceito para responder as três:

Questões Fundamentais

1ª Pergunta: De onde viemos?

Resposta: De algo menor e menos complexo, o nada nunca existiu.

2ª Pergunta: Qual o sentido da vida humana?

Resposta: Evoluir e continuar evoluindo. Quem defende o oposto, prega o retrocesso até sua própria extinção. Como algo que não existe jamais poderia defender sua existência. Portanto, não existe opção senão existir e evoluir. É uma referência circular, um infinito de conecxões bilaterais: Teoria do Infinito Bilateral.

3ª Pergunta: Para onde vamos?

Resposta: Depende de nossas influências, se forem movidas pelo Bem continuaremos evoluindo e nos tornando cada vez mais complexos infinitamente, se forem movidas pelo Mal retrocederemos até surgir nova espécie que reverta o movimento para o Bem, restabelecendo a lógica do universo.

Outra questão que reforça a lógica da resposta está no fato de que ao evoluir a humanidade se torna mais culta e inteligente, sendo capaz de encontrar novas respostas para o sentido da vida.

Estamos vivos porque evoluímos e vivemos para evoluir. É uma referência circular que se auto confirma impulsionada pela Teoria do Infinito Bilateral.

E o que é evoluir? questão muito complexa de ser respondida fosse a existência da felicidade nos servindo como norte evolucional, e o que é a felicidade?

TEORIA DO BIG BANG vs TEORIA DO INFINITO BILATERAL

A humaninade já se acostumou com o conceito de infinito no espaço e tempo. Agora devemos expantir esse conceito para obter o real significado do infinito. A Teoria do Big Bang prega que antes não havia coisa alguma e derrepente tudo se expandiu rumo ao infinito. Para o infinito realmente existir não pode ser apenas apartir de um ponto no espaço tempo, sob pena de ser finito.

Também, o nada não existe. Se existisse seria alguma coisa. O conceito correto para o nada é apenas o contexto de “ausência de”. O que havia antes da matemática ser codificada? nada de matemática, ausência de matemática. Portanto, a matemática não surgiu do nada e sim da constatação de fenomenos pre-existentes com a consequente tipificação do código.

Como o nada não existe e o infinito não se projeta apenas para o futuro e para frente, então temos que: se voltarmos ao passado, para trás, nunca iremos alcançar um momento onde nada existia, sempre encontraremos algo cada vez menor ou em planos diferentes. Portanto, não viemos do nada, evoluimos de algo menor no passado.

Este simples conceito explica muita coisa. Inclusive o sentido da vida.

LÓGICA DA TEORIA DO INFINITO BILATERAL

A Teoria do Infinito Bilateral impõe a lógica que é impossível não existir como prega a Teoria do Big Bang, e, que também é impossível não evoluir. Embora existam movimentos que influenciam a extinção através da desevolução, quando essas influências chegam em si ocorre a reversão de movimento. Esse é o impulso oficial de tudo.

Nesse contexto temos que o ateísmo também é uma religião, cuja fé repousa sob a existência do nada, pensamento paradoxal. Já acreditar na vida após a morte é o único raciocínio coerente, lógico. Vamos supor que não exista nem vida após a morte, nem antes do nascimento: do ponto de vista do morto não teria como provar nem a morte nem a vida, ja no ponto de vista do vivo tem como provar a existência da morte.

Então a morte é nada para o morto e ausência para o vivo. Como o nada não existe, se existisse seria alguma coisa, então a morte só existe para o vivo. Se a morte não existe para o morto então depois da morte existe vida. Teoria muito mais abrangente e coerente que o Big Bang.

(Davi Pinheiro)

RELACIONDADO: Nesse contexto evolutivo que foi criado
o Projeto Certimídia com o fito de fomentar a disseminação
do conhecimento de qualidade, elegendo e premiando mídias
de qualidade disponível gratuitamente à todos.
RELACIONADO: Muitos teóricos da evolução convergem contra a 
Teoria do Big Bang, em especial nosso conterrâneo Dr. Juliano 
Silva Neves, pós-doutorando no Intituto de Matemática, Estatística
e Ciência da Computação da UNICAMP, cuja sua tese de dissertação foi
publicada inclusive pela Revista General Relativity and Gravitation.
O artigo integral pode ser encontrado clicando aqui. Segundo dados
do Google Acadêmico, sua obra já foi citada pelo menos sete vezes
por outros pesquisadores conforme se verifica clicando aqui. A
íntegra também está diponibilizada nesta página logo abaixo.

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DA CONTRADIÇÃO IDEOLÓGICA DOS POVOS MODERNOS QUANTO A RELAÇÃO DE GÊNEROS

Quase a totalidade dos leitores deste texto tem como base de sua moral ou religiosidade a monogamia como único sistema de relação correto entre os gêneros. Contudo, existem povos que se organizam de forma diferente assim como o indígena, o árabe e o muçulmano por exemplo.

O que os povos poligâmicos tem em comum é a antiguidade ao passo que os monogâmicos a modernidade. Tal mudança ideológica ou religiosa talvez se trate dum processo evolutivo da espécie, pois embora tenha havido uma proliferação dos casos de infertilidade também houve uma explosão populacional, fato que poderia por em cheque a teoria da seleção natural não fosse o proporcional aumento dos casos de divórcio que acabou por impulsionar tamanha explosão populacional.

Parece-nos que a monogamia dos povos modernos não condena o indivíduo que nutre diversas relações, contanto que elas não sejam simultâneas, mas espaçadas em sequencia ao logo do tempo.

Aqui, há de diferenciarmos a ideologia moral da religiosa, essa mais rígida que aquela, considera pecaminoso o divórcio.

Houve um período na história, quando a religião era novidade e portanto possuía maior poder influenciador, que o aumento populacional realmente se sustentou em relacionamentos monogâmicos, era comum casais com dez filhos homogêneos.

Com o passar do tempo, pode-se dizer que a sociedade moderna evoluiu para flexibilizar o sistema monogâmico para “monogâmico-sequencial”, buscando se reaproximar mais dos valores de povos antigos.

Aqui, se encontra a contradição do sistema atual. Nem sempre o ponto de equilíbrio é a melhor solução, em especial neste caso. Ao investigarmos o motivo de tamanho retrocesso ideológico é inegável que o “retrocesso foi impulsionado” (paradoxo) pelo pensamento feminista, a ideia de direitos iguais entre os gêneros eclodiu a repudia social contra a submissão feminina.

As mulheres não queriam mais serem obrigadas a gerar diversos filhos do mesmo homem, optando por gerar poucos filhos de vários homens ou até experimentar do suprassumo da liberdade, criando os filhos sozinhas.

Ora, quando se gera filhos heterogêneos, mantendo-se ou não o casamento, ou quando se gera filhos para criação solitária, seja pelo homem ou pela mulher, se está diante de verdadeira liberdade de relações entre os gêneros.

Portando, a sociedade dos povos modernos com base no pensamento moderno está vivendo uma verdadeira poligamia, embora travestida de monogamia sequencial.

De acordo com nosso sistema atual, não existe limite para a quantidade de casamentos e separações que um indivíduo pode ter na vida, podendo o mesmo hipoteticamente casar e separar em dias alternados sem que a lei ou a moral o ataque.

Logo, sob a ótica da teoria da seleção natural não há diferença entre a monogamia sequencial e a poligamia, já que a única coisa que diferença os sistemas são apenas documentos, papeis virtuais que não fazem diferença alguma no mundo real.

Aqui chegamos ao ponto nodal do tema deste pequeno textículo: a contradição ideológica que repousa sob as cabeças dos que defendem a monogamia sequencial no lugar da poligamia.

Tais cabeças chegam ao cúmulo de julgar os povos poligâmicos antigos como primatas-selvagens, enquanto a única diferença entre os sistemas um punhado de papeis que não refletem qualquer resultado prático no mundo real.

É de causar risos tamanha contradição no pensamento atual, porque beira o ridículo, basta refletir um pouco para rir dessa piada social…

(Davi Pinheiro)

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