BIG BANG vs TEORIA DO INFINITO BILATERAL

Teóricos que corroboram a Teoria do Infinito Bilateral de Davi Pinheiro:

Dr. Juliano Silva Neves – Brasileiro

Dr. Julian Barbour – Britânco

Big Bang é apenas uma teoria de como tudo surgiu, que fez a humanidade se acostumar com o conceito de infinito no espaço e tempo. Agora devemos expandir esse conceito para obter o real significado do infinito. A Teoria do Big Bang prega que antes não havia coisa alguma e derrepente tudo se expandiu rumo ao infinito. Para o infinito realmente existir não pode ser apenas a partir de um ponto no espaço tempo, sob pena de ser finito.

Em conclusão, a Teoria do Infinito Bilateral arremata a lógica da Teoria do Big Bang, tornando-a ultrapassada por ser incapaz de explicar a verdadeira origem das coisas. É provável que tenha havido uma explosão que expandiu a matéria como vemos hoje, no entanto isso não significa que nada havia antes, porque o nada não existe.

BIG BANG vs INFINITO BILATERAL

Por exemplo, se o nada existe, seria alguma coisa. Então, conceito correto para o nada é apenas o contexto de “ausência de”. O que havia antes da matemática ser codificada? nada de matemática, ausência de matemática. Portanto, a matemática não surgiu do nada e sim da constatação de fenômenos preexistentes com a consequente tipificação do código.

Como o nada não existe e o infinito não se projeta apenas para o futuro e para frente, então temos que: se voltarmos ao passado, para trás, nunca iremos alcançar um momento onde nada existia, sempre encontraremos algo cada vez menor ou em planos diferentes. Portanto, não viemos do nada, evoluimos de algo menor no passado.

Este simples conceito explica muita coisa. Inclusive o sentido da vida.

LÓGICA DA TEORIA DO INFINITO BILATERAL

A Teoria do Infinito Bilateral impõe a lógica que é impossível não existir como prega a Teoria do Big Bang, e, que também é impossível não evoluir. Embora existam movimentos que influenciam a extinção através da desevolução, quando essas influências chegam em si ocorre a reversão de movimento. Esse é o impulso oficial de tudo.

Nesse contexto temos que o ateísmo também é uma , cuja fé repousa sob a existência do nada, pensamento paradoxal. Já acreditar na vida após a morte é o único raciocínio coerente, lógico. Vamos supor que não exista nem vida após a morte, nem antes do nascimento: do ponto de vista do morto não teria como provar nem a morte nem a vida, já no ponto de vista do vivo tem como provar a existência da morte.

Então a morte é nada para o morto e ausência para o vivo. Como o nada não existe, se existisse seria alguma coisa, então a morte só existe para o vivo. Se a morte não existe para o morto então depois da morte existe vida. Teoria muito mais abrangente e coerente que o Big Bang.

(Davi Pinheiro)

RELACIONADO: Muitos teóricos da evolução convergem contra a Teoria do Big Bang, em especial nosso conterrâneo Dr. Juliano Silva Neves, pós-doutorando no Instituto de Matemática, Estatística e Ciência da Computação da UNICAMP, cuja sua tese de dissertação foi publicada inclusive pela Revista General Relativity and Gravitation. O artigo integral pode ser encontrado clicando aqui. Segundo dados do Google Acadêmico, sua obra já foi citada pelo menos sete vezes por outros pesquisadores conforme se verifica clicando aqui. A íntegra também está disponibilizada nesta página logo abaixo.
Recentemente o físico Julian Barbour também teoriza em convergência à Teoria do Infinito Bilateral, cuja matéria pode ser visualizada em pdf clicando aqui ou acessada diretamente no endereço da notícia publicada em 26/01/2021 clicando aqui.

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